<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904</id><updated>2012-02-16T13:22:47.421-02:00</updated><title type='text'>Por dentro das relações internacionais...</title><subtitle type='html'>Espaço destinado a postagem de informações relevantes a respeito das Relações Internacionais, sejam notícias, artigos acadêmicos, divulgação de livros, eventos ou fatos relacionados, de alguma maneira, à área.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2785611096155464530</id><published>2009-01-08T13:44:00.004-02:00</published><updated>2009-01-08T13:51:08.028-02:00</updated><title type='text'>Israel viola Convenção de Genebra, diz relator da ONU</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SWYfqR3jvuI/AAAAAAAAABc/OUTP72W3UCQ/s1600-h/foto_mat_22507.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 162px; height: 192px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SWYfqR3jvuI/AAAAAAAAABc/OUTP72W3UCQ/s320/foto_mat_22507.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288949623604625122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Maurício Reimberg e Tadeu Breda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;"Os ataques israelenses ferem a Convenção de Genebra primeiramente porque punem coletivamente os palestinos residentes em Gaza, não fazendo distinção entre alvos civis e combatentes", disse nesta quarta-feira, em São Paulo, Richard Falk, relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados por Israel desde 1967. Segundo Falk, o bloqueio econômico mantido por Israel há 18 meses também está em desacordo com o direito internacional.                      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As recentes operações militares de Israel na Faixa de Gaza configuram crimes contra a humanidade. Essa é a avaliação do norte-americano Richard Falk, relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados por Israel desde 1967 na Palestina. Em visita ao Brasil, ele concedeu uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (7) organizada pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os ataques israelenses ferem a 4ª Convenção de Genebra primeiramente porque punem coletivamente os palestinos residentes em Gaza, não fazendo distinção entre alvos civis e combatentes”, diz Falk. Até o momento, estima-se que mais de 700 palestinos foram mortos e três mil feridos desde o início da invasão, no dia 27 de dezembro. Cerca de 25% das vítimas palestinas são civis. Os israelenses contabilizam dez mortes, entre as quais estão quatro civis atingidos por foguetes lançados pelo grupo islâmico Hamas e seis militares caídos em combate – quatro deles vítimas de “fogo amigo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da ONU diz que o bloqueio econômico mantido por Israel há 18 meses também está em desacordo com o direito internacional. “A Convenção de Genebra diz que o país ocupante deve prover à população da zona ocupada condições dignas de sobrevivência”, explica Falk. “No entanto, o bloqueio israelense vem impedindo a entrada de alimentos, combustíveis e medicamentos em quantidade suficiente para suprir as necessidades dos habitantes de Gaza.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falk lembra que Israel bloqueou totalmente as fronteiras da Faixa de Gaza e não permite sequer que os civis palestinos se refugiem em outros países. “Em todo conflito há um enorme número de refugiados. A proibição de Israel não tem precedentes nas guerras urbanas mundiais”. O relator da ONU diz ainda que o exército israelense utiliza força desproporcional ao atacar uma sociedade “sem condições de se defender”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator acredita que a ONU deveria investir num cessar-fogo imediato entre as partes, na retirada de Israel e no fim do bloqueio contra Gaza, além de proibir o lançamento de foguetes Qassam contra o território israelense – justificativa oficial para a atual operação militar. “A partir dessas bases, as Nações Unidas podem buscar um caminho para definir a autodeterminação do povo palestino.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Segurança da ONU ainda não chegou a nenhuma medida concreta para encerrar os combates em Gaza. Já o Conselho de Direitos Humanos se reunirá de maneira extraordinária na sexta-feira para emitir um pronunciamento sobre a situação da Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A grande pergunta que se deve fazer agora é por que a comunidade internacional e a ONU têm feito tão pouco?”, pergunta Falk. E ele mesmo responde: “As Nações Unidas só atuam efetivamente por intervenção direta de seus cargos mais importantes, e os EUA têm se oposto à proteção dos palestinos e impedido a ONU de cumprir seus compromissos humanitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;“Anti-Israel”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Considerado um dos maiores especialistas do mundo em direitos humanos, Richard Falk é professor emérito da Universidade de Princeton (EUA). Foi ele quem cunhou os termos “globalização de cima para baixo” e “globalização de baixo para cima”, referindo-se aos diversos movimentos sociais, ONGs e voluntários que tentam criar uma comunidade “além do Estado territorial” para enfrentar as injustiças produzidas pela nova ordem social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 14 de dezembro, Falk foi expulso do território israelense no que seria sua primeira missão como relator especial – uma reunião com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. Apesar de estar em visita oficial, ele foi detido por 15 horas antes de ser retirado do país. O governo alega que o diplomata é “anti-Israel”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Minha expulsão é um claro aviso à ONU de que Israel não quer cooperar com relatores críticos à ocupação, e faz parte de uma política para excluir possíveis testemunhas oculares dos fatos que estão acontecendo em Gaza neste momento”, avalia, lembrando que jornalistas estrangeiros e observadores internacionais também foram impedidos de entrar nas zonas de conflito. “Pensei que minha objetividade como relator seria testada com base no relatório que produziria sobre o evento, e não julgada por antecipação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;Atores políticos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Falk avalia que o Hamas não é o maior dos obstáculos para o fim das hostilidades na Palestina. “O maior problema são os políticos israelenses que não querem estabelecer uma paz justa na região.” Para ele, classificar os palestinos como “terroristas” é uma fuga da diplomacia e da negociação pacífica, e justifica o uso da força. Ademais, trata-se de uma tática antiga que já foi utilizada para isolar e enfraquecer Yasser Arafat (1929-2004), ex-presidente da ANP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é útil definir o Hamas como ‘grupo terrorista’, do mesmo jeito que não é útil dizer que Israel é um ‘Estado terrorista’, porque ambos são atores políticos. O terrorismo é uma desculpa para usar a força na tentativa de resolver um conflito que deve ser solucionado por ações políticas”, diz o relator da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo israelense se utiliza de dois argumentos para justificar os ataques e rechaçar um cessar-fogo. Os pronunciamentos oficiais insistem em que não há crise humanitária em Gaza e sustentam a tese de que Israel está agindo defensivamente contra o lançamento de foguetes. Falk acrescenta que nenhum israelense foi morto por foguetes Qassam disparados pelo Hamas nos últimos 12 meses que antecederam os ataques de 27 de dezembro. Os únicos feridos foram contabilizados após o início das ofensivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As eleições legislativas em Israel acontecem no dia 10 de fevereiro. Nelas será escolhido o próximo primeiro-ministro do país. Os principais concorrentes ao cargo hoje ocupado por Ehud Olmert são Ehud Barak – atual ministro da Defesa, filiado ao Partido Trabalhista – e Tzipi Livni, do Kadima, que desempenha o cargo de ministra das Relações Exteriores. Ambos negam que Gaza esteja passando por uma crise humanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;Território&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Cerca de 45% da população de Gaza é composta por crianças com até 14 anos. Desde o início da ofensiva, mais de 100 delas já morreram. Segundo Paulo Sérgio Pinheiro, pesquisador associado do Núcleo de Estudos da Violência da USP, 1,5 milhão de pessoas vivem numa área de 360 km², o que configura a mais alta densidade demográfica do mundo: mais de quatro mil pessoas por km².&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos episódios que causaram mais revolta internacional foi o bombardeio à escola Al Fakhora, administrada pelas Nações Unidas, no campo de refugiados de Jabaliya, ao norte de Gaza. Os ataques foram realizados nesta terça-feira (6) e deixaram pelo menos 30 mortos e 55 feridos. A instituição abrigava civis refugiados. No mesmo dia, Israel atentou contra outro colégio mantido pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos na cidade de Gaza. Três jovens morreram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob pressão, Israel concordou em estabelecer um “corredor humanitário” que dará acesso temporário limitado a alguns pontos da região. O intuito é permitir que sejam levados suprimentos vitais para a população palestina, cujo estado de carência foi intensificado depois do fim da trégua de seis meses com o Hamas, que expirou no último dia 19. No entanto, o acordo já havia sido rompido por Israel, que no dia 4 de novembro matou seis palestinos em Gaza. “À revelia do que se pensa sobre o Hamas, ele tem buscado uma trégua duradoura com os judeus desde que Israel retornasse às fronteiras anteriores a 1967, proposta que foi ignorada.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15470&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2785611096155464530?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2785611096155464530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2785611096155464530' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2785611096155464530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2785611096155464530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2009/01/israel-viola-conveno-de-genebra-diz.html' title='Israel viola Convenção de Genebra, diz relator da ONU'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SWYfqR3jvuI/AAAAAAAAABc/OUTP72W3UCQ/s72-c/foto_mat_22507.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-8471383884221364003</id><published>2009-01-08T12:45:00.002-02:00</published><updated>2009-01-08T13:09:30.754-02:00</updated><title type='text'>Crise em Gaza...</title><content type='html'>Infelizmente, ando meio sem tempo para manter isso aqui... Mas não posso deixar de postar algo sobre a crise em Gaza, como estou sem tempo hábil para fazer buscas acerca do assunto, quem tiver interesse pode visitar o blog &lt;a href="http://www.azel.blogspot.com"&gt;Divagações&lt;/a&gt; , que está com dois posts interessantes sobre o assunto, inclusive com algumas referências, links para outros blogs, sites e afins, que estão se "ocupando" do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Outra dica seria que vocês não deixassem de visitar o &lt;a href="http://www.amalgama.blog.br/"&gt;Amálgama&lt;/a&gt; , que conta com uma série de traduções do &lt;a href="http://electronicintifada.net/new.shtml"&gt;Electronic Intifada&lt;/a&gt; (EI) - site 'especialiazado' e com um vasto material sobre o conflito árabe israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tais links sejam úteis...&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amalgama.blog.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-8471383884221364003?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/8471383884221364003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=8471383884221364003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8471383884221364003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8471383884221364003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2009/01/crise-em-gaza.html' title='Crise em Gaza...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-3393366846068498078</id><published>2009-01-03T23:07:00.005-02:00</published><updated>2009-01-03T23:23:28.046-02:00</updated><title type='text'>Cuba...</title><content type='html'>Como alguns sabem sempre tive um interesse especial por Cuba, principalmente depois de relatos de parentes e amigos que já tiveram a oportunidade de visitar a região...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitando o site da BBC Brasil me deparei com duas reportagens que tratavam da ilha achei interessante divulga-las aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue então, os artigos na integra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;Cubanos pressionam por mudanças no socialismo&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fernando Ravsberg&lt;br /&gt;De Havana para a BBC Mundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos duvidam que o futuro de Cuba e seu processo revolucionário será determinado em grande parte pelas medidas que o governo de Raúl Castro adotar nos próximos meses. A maioria dos cubanos - do intelectual ao homem comum - concorda com a necessidade de realizar mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até Fidel Castro, pouco antes de ficar doente, disse que o processo revolucionário pode ser destruido "por nós mesmos" e, em um de seus discursos, disse que Revolução é "mudar tudo o que deve ser mudado". Com ele, abriu uma grande porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 26 de julho de 2007, o general Raúl Castro, já na função de presidente, prometeu fazer reformas estruturais, mas com um limite: "A única coisa que um revolucionário jamais questionará é a nossa decisão de construir o socialismo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A população, por sua vez, se manifestou com toda a clareza no 1,2 milhão de críticas ao funcionamento do país apresentadas em um debate nacional em 2007, organizado pelo próprio Raúl Castro e do qual participaram 5 milhões de cubanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os intelectuais escolheram a internet. A página espanhola "Kaosenlared" se transformou no centro da polêmica. Ela recebeu centenas de propostas para transformar a realidade cubana, e os internautas da ilha e do exterior promovem discussões em fóruns interativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;strong&gt;Debate da esquerda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Também é interessante o fato de ter surgido recentemente uma tendência de esquerda mais crítica do sistema, à que se somam comunistas idosos e jovens que, paradoxalmente, apelam para que se construa um "verdadeiro socialismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-diplomata Pedro Campos sintentiza o que pensa essa corrente quando diz que "ter mantido o trabalho assalariado como forma de organizar a produção significou, em essência, continuar com o mesmo modo de produção capitalista, mesmo quando se tentou um tipo de distribuição igualitária".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro extremo, o economista dissidente Oscar Espinosa Chepe reclama que "o presidente Raúl Castro, conhecido por seu pragmatismo, refletirá sobre a experiência chinesa e retomará a idéia de promover mudanças estruturais e de conceitos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, nunca houve um clima tão generalizado a favor de mudanças como o que se pode notar agora. É como se a sociedade inteira percebesse que as coisas já não podem seguir como até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que pensam de outra forma, porém, não têm plataforma para sua opinião. O escritor Félix Sautié diz que "os que expressam algo diferente ou que não soe bem em relação ao pensamento oficial estabelecido em ocasiões são qualificados como inimigos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Como avançar?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitos são os que acreditam que o país está imerso em uma grave crise. A agricultura não produz, nas empresas trabalha-se pouco, a corrupção aumenta, o poder aquisitivo está no chão e a emigração de jovens aumenta diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lázaro González diz que entre os principais problemas estão "os baixos níveis de produtividade", "a ilegalidade, roubos e corrupção" e "a pouca motivação" do trabalhador que vê a empresa como um "ente estranho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a economia parece ser o setor que mais preocupa os cubanos. Uma pesquisa clandestina realizada por uma fundação ligada ao Partido Republicano dos Estados Unidos determinou que mais de 50% dos consultados desejam mudanças econômicas, enquanto as transformações políticas foram exigidas por menos de 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo, é muito provável que a ilha tenha uma relação diferente com Washington. Chega a se criar uma boa vizinhança e é até possível o levantamento do embargo. Cuba vai ficar sem o "inimigo imperialista" que inflamava os discursos e as massas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Armando Hart, um dos líderes que acompanham Castro desde a insurreição, prevê que "nasce uma nova etapa no combate ideológico entre a Revolução Cubana e o imperialismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças começaram na semana seguinte à que Raúl Castro assumiu oficialmente a Presidência, mas pararam depois da passagem de furacões pela ilha. Especula-se muito sobre as razões da imobilidade, mas só o governo conhece as verdadeiras causas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontecer no futuro com a Revolução Cubana estará muito ligado a sua capacidade de se transformar. A população que a apoiou durante décadas reclama hoje melhorias econômicas, sobretudo de salários, alimentação e moradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor de cinema Tomás Gutiérrez Alea disse que "o roteiro do socialismo é excelente, mas ao ser encenado deixa muito a desejar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento de muitos aqui em Cuba é que a Revolução só escapará desta sentença se for capaz de converter a proposta original de bem-estar em uma realidade palpável para o homem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:85%;color:#ffcc99;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/081230_cuba_raul.shtml&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-3393366846068498078?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/3393366846068498078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=3393366846068498078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3393366846068498078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3393366846068498078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2009/01/cuba.html' title='Cuba...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-7729114589179606671</id><published>2009-01-03T23:02:00.002-02:00</published><updated>2009-01-03T23:06:19.764-02:00</updated><title type='text'>Raúl Castro diz que está 'aberto' a diálogo com Obama</title><content type='html'>Raúl Castro alertou para grandes expectativas a respeito de Obama &lt;br /&gt;O presidente cubano, Raúl Castro, disse que está disposto a dialogar sem intermediários com o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama.&lt;br /&gt;Castro descreveu o futuro presidente dos EUA como um “homem honesto”, mas disse que sua eleição despertou “esperanças excessivas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O presidente que está chegando despertou expectativas em muitas partes do mundo, expectativas que eu julgo muito altas”, disse o presidente em um pronunciamento de TV na sexta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raúl Castro, que sucedeu o irmão Fidel na presidência cubana em fevereiro do ano passado, disse, no entanto, que o futuro presidente americano poderá “tomar passos muito positivos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama, que toma posse no próximo dia 20, já sinalizou que pretende relaxar o embargo comercial que os Estados Unidos impõem contra Cuba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um discurso na quinta-feira, dia em que os cubanos comemoraram 50 anos da revolução comunista que levou Fidel Castro ao poder, Raúl disse que a “revolução sobreviverá outros 50 anos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/090103_raulobamahonesto_fp.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-7729114589179606671?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/7729114589179606671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=7729114589179606671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/7729114589179606671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/7729114589179606671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2009/01/ral-castro-diz-que-est-aberto-dilogo.html' title='Raúl Castro diz que está &apos;aberto&apos; a diálogo com Obama'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2695274055690050476</id><published>2008-11-15T23:47:00.002-02:00</published><updated>2008-11-15T23:56:14.846-02:00</updated><title type='text'>Análise: Os 10 maiores desafios globais que Obama irá enfrentar...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Paul Reynolds&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Da BBC News&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, enfrentará uma série de problemas de política externa assim que assumir a Casa Branca, no dia 20 de janeiro de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Papel dos EUA no mundo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma conclusão da eleição americana é que o eleitorado quer uma mudança significativa na área de política externa em relação ao governo de George W. Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança pode ser um fortalecimento do multilateralismo em detrimento do unilateralismo, com menos ênfase nos Estados Unidos como "única superpotência mundial".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A confrontação poderá abrir caminho para mais diplomacia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os presidentes americanos geralmente acabam se envolvendo em conflitos e guerras. Obama chega ao cargo tendo que enfrentar duas guerras já em andamento, no Iraque e no Afeganistão. Como ele vai reagir definirá a sua era na Casa Branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Iraque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama disse que vai pedir que seus comandantes redefinam a missão para "terminar a guerra de forma bem-sucedida". Mas isso precisa ser feito com responsabilidade, segundo o presidente eleito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que isso significa dar tempo para que o governo iraquiano fortaleça suas próprias forças armadas. Ele também quer uma retirada em fases da maioria das tropas americanas "dentro de 16 meses" a partir da sua posse, o que significa no máximo até maio de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Potencialmente, isso pode ser uma política de muito sucesso. No entanto, um pequeno contingente militar americano deve continuar no Iraque, então uma retirada completa não deve acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Afeganistão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Talvez este seja o maior desafio de Obama. Se no Iraque a guerra parece estar acabando, no Afeganistão ela está se intensificando.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Obama promete "focar no Afeganistão". Ele disse que vai enviar mais duas brigadas de combate. Ele também prometeu atacar a Al-Qaeda, especialmente Osama Bin Laden, com ou sem a ajuda do Paquistão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar a situação no Afeganistão significa melhorar o desempenho do governo afegão e tentar desenvolver uma política mais eficiente no Paquistão (cuja própria estabilidade é um problema), para minar os esforços do Talebã e da Al-Qaeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Guerra contra o terror"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A famosa frase de Bush pode ter menos força no governo Obama. Ele quer se concentrar em vencer a "batalha das idéias" ao "voltar a uma política externa americana consistente com os valores tradicionais americanos, fazendo parcerias com moderados no mundo islâmico para contrabalançar a propaganda da Al-Qaeda".&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ainda deve haver uma política americana vigorosa. Ele disse que "não vai hesitar em usar força militar para retirar terroristas que ameaçam diretamente os Estados Unidos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois indicadores serão importantes: o fechamento da prisão em Guantánamo e a extensão da proibição de tortura na CIA, a agência de inteligência americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Guantánamo for fechada, ele terá de decidir o que fazer com os 255 detentos. Obama sugeriu usar o sistema legal normal dos Estados Unidos para condená-los, mas há dados usados em comissões militares (obtidos por coerção) que não poderiam ser usados em tribunais americanos.&lt;br /&gt;A Al-Qaeda também deve continuar sendo um problema, com atividades na Argélia e Somália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Irã&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Potencialmente daí pode surgir uma grande crise, mas muito depende de como o Irã reagir.&lt;br /&gt;Se continuar com o programa de enriquecimento de urânio, isso pode levar o novo governo a seguir ou até ampliar sanções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aumento da atividade nuclear iraniana seria um sinal de aumento da sua força. Nesse caso, Israel exigiria ataques aéreos contra o Irã. A conseqüência de um ataque desses seria grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama disse que conversará com o Irã "sem condições", apesar de que provavelmente não em nível presidencial. O atual governo iraniano não deve ceder no enriquecimento de urânio, então é possível que qualquer acordo incorpore isso como um direito do Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Paz no Oriente Médio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bush disse que esperava um acordo entre israelenses e palestinos até o final deste ano, mas isso parece impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Obama terá provavelmente que enfrentar a eterna questão sobre como intervir no processo de paz do jeito que ele está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo será a eleição israelense, no dia 10 de fevereiro, que deve indicar se o governo israelense estará pronto para fazer um acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da questão Israel-Palestina, ainda existe o que Richard Holbrooke, um possível secretário de Estado, chama de "arco da crise", que se estende da Turquia ao Paquistão. Isso inclui a Síria, cuja ajuda é necessária para estabilizar o Iraque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Rússia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os eventos recentes na Geórgia precipitaram uma crise nas relações entre a Rússia e o Ocidente, que estão no pior nível desde a Guerra Fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há frustrações dos dois lados e existe muita incerteza sobre como o novo governo vai lidar com a Rússia. A ajuda dos russos é necessária para lidar com problemas com Irã e Darfur, onde ação do Conselho de Segurança é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto imediato é como permitir que a Geórgia e a Ucrânia entrem na Otan, a aliança militar do Ocidente. A Rússia é contra a entrada dos países na organização, e ministros da Otan discutirão esse assunto em dezembro. Mesmo integrantes do governo Bush já dizem que o ingresso pode acontecer só daqui a anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema antimísseis a ser instalado pelos Estados Unidos na Polônia e República Checa continua sendo um problema para a Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como Obama vai lidar com Moscou vai indicar também sua posição em relação a assuntos nucleares. Um assunto pendente é saber como Rússia e Estados Unidos vão negociar a redução dos seus arsenais atômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma frente mais ampla, Obama apoiou o pedido feito no ano passado por ex-diplomatas americanos (entre eles, Henry Kissinger) para que os Estados Unidos lutem por um mundo sem armas nucleares, como prevê o Tratado de Não-Proliferação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Coréia do Norte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As últimas ações da Coréia do Norte foram positivas. O país concordou com procedimentos de inspeção internacional do seu programa nuclear, que está sendo desmantelado. Em troca, o país recebeu a promessa de sair da lista americana de patrocinadores do terrorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Coréia do Norte deve provavelmente continuar com suas armas nucleares. Como o presidente americano vai conseguir reverter isso e com quem ele vai lidar – já que o estado de saúde de Kim Jong-il é incerto – são dúvidas que persistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;China&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As relações americanas com a China estão em um momento importante, já que o país é membro permanente do Conselho de Segurança e tem grande influência econômica no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China não é um problema direto para os Estados Unidos, mas o futuro de Taiwan e do Tibete são dois assuntos que têm potencial para dividir a relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a China preferiu se concentrar no seu desenvolvimento econômico. Enquanto isso continuar assim, as relações com os Estados Unidos devem permanecer estáveis. Não há sinais de que Obama queira fazer qualquer mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Nova diplomacia: finanças, aquecimento global, energia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Diversos temas entram na definição de "nova diplomacia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise financeira vai forçar o próximo presidente a ter uma atitude mais incisiva do que o normal. E ele terá de administrar um mundo com menos influência financeira dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama está comprometido com o combate ao aquecimento global. Ele quer reduzir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente em 80% até 2050. Este será um dos temas mais importantes do seu governo, já que o Protocolo de Kyoto expira em 2012 e as negociações para estender as metas estão emperradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia, especialmente petróleo, será outro desafio. Obama prometeu eliminar a dependência americana no Oriente Médio e na Venezuela em dez anos. No entanto, praticamente todos os presidentes americanos vêm dizendo isso desde 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081105_obama_desafios_dg.shtml"&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081105_obama_desafios_dg.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2695274055690050476?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2695274055690050476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2695274055690050476' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2695274055690050476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2695274055690050476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/11/anlise-os-10-maiores-desafios-globais.html' title='Análise: Os 10 maiores desafios globais que Obama irá enfrentar...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2264467835400976473</id><published>2008-10-31T16:06:00.004-02:00</published><updated>2008-10-31T16:15:19.290-02:00</updated><title type='text'>Sobre o conflito no Congo...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;Situação no Congo é 'catastrófica', diz Cruz Vermelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Os conflitos entre forças rebeldes e o exército na República Democrática do Congo causaram uma “catástrofe humanitária” no país, afirmou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Esforços diplomáticos estão sendo feitos para tentar solucionar a crise, que pode se espalhar pelo país vizinho, Ruanda.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um cessar-fogo foi declarado pelos rebeldes na última quarta-feira na cidade de Goma, no leste do país, de onde dezenas de milhares de congoleses foram obrigados a se deslocar com o avanço das tropas rebeldes. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;!-- end_story --&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Apesar do cessar-fogo, o general rebelde Laurent Nkunda ameaçou tomar a cidade, a menos que as tropas da ONU garantam a trégua. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Assassinatos e estupros foram reportados na cidade e a ajuda humanitária não está chegando aos desabrigados.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Agências de ajuda humanitária como a Oxfam decidiram retirar seus funcionários estrangeiros de Goma.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Michael Khambatta, do Comitê Intenacional da Cruz Vermelha, disse à BBC que a prioridade agora é fornecer comida, remédios, abrigo e alguma forma de segurança aos civis que foram forçados a deixar suas casas. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;Cessar-fogo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Na última quarta-feira, depois de dias de combates com as tropas governamentais, o general Nkunda declarou um cessar-fogo e suas tropas ficaram posicionadas a cerca de &lt;st1:metricconverter productid="15 quilômetros" st="on"&gt;15 quilômetros&lt;/st1:metricconverter&gt; de Goma, capital da província de Kivu do Norte. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ele prometeu abrir um “corredor humanitário” para que a ajuda possa chegar aos refugiados, que estão entre seus soldados e membros das forças de paz da ONU, que estão dando cobertura às tropas governamentais. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A ONU está considerando reposicionar parte de seus 17 mil soldados no país para dar reforço aos 5 mil homens que estão na cidade. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O general rebelde Nkunda disse à BBC que suas forças pretendem proteger a minoria tutsi do país de ataques de rebeldes hutus de Ruanda, acusados de participarem do genocídio de tutsis no país em 1994. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As tropas de de Nkunda são acusadas de receber apoio do governo de Ruanda, atualmente governada pelos tutsis, o que o país nega. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Analistas afirmam que além das diferenças étnicas, o conflito também se deve à disputa pelas riquezas minerais da região.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;Esforços diplomáticos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Nesta quinta-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou estar mandando delegados para a República Democrática do Congo e para Ruanda para tentar dar uma solução diplomática para os conflitos que se intensificaram nas últimas semanas. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Os dois países se acusam mutuamente de estarem promovendo incursões além de suas fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou que a violência está criando uma crise de “dimensões catastróficas” no país. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um dos porta-vozes de Ban disse que delegados estão sendo enviados para Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, e Kigali, em Ruanda. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, também declarou que a União Européia estuda o envio de soldados e ajuda humanitária ao país. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ele afirmou que o eventual envio de uma força européia pode contar com 1.500 homens, mas eles não participariam dos combates. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Kouchner ainda afirmou que o Comitê de Segurança da União Européia vai se encontrar em Bruxelas para discutir a idéia.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mas, o que quer que aconteça, o final dos conflitos pode não vir tão rápido quanto necessário, diz o correspondente da BBC Peter Greste, na fronteira da República Democrática do Congo com Ruanda. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Nos dois últimos meses, mais de 200 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no leste do Congo.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enquanto muitas procuraram abrigo em Goma, outras se refugiaram nas florestas, onde não podem ser alcançadas pelas milícias. Mas lá, também não podem ser auxiliadas pelas agências humanitárias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-size:78%;" &gt;Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081031_congo_conflito_cq.shtml &lt;http: uk="" portuguese="" reporterbbc="" story="" 2008="" 10="" shtml=""&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;Entenda os confrontos entre governo e rebeldes no Congo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Os confrontos entre tropas da República Democrática do Congo e rebeldes liderados pelo general Laurent Nkunda aumentam o risco de uma crise humana na região.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), até 45 mil pessoas já deixaram campos de internamente deslocados no leste do Congo, fugindo dos rebeldes que estão avançando pela região - que já tem cerca de 1 milhão de deslocados. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As forças rebeldes ameaçam tomar Goma, capital da província de Kivu do Norte e uma das maiores cidades do leste do país.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;!-- end_story --&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Os confrontos ganharam força a partir de agosto, quando um acordo de paz assinado entre governo e rebeldes em janeiro foi suspenso. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A BBC responde a algumas perguntas sobre o que motivou os conflitos e quais as possíveis conseqüências.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;Por que estão ocorrendo novos confrontos?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não está claro ainda. O general Nkunda diz que luta para proteger sua etnia, a tutsi, de ataques por parte de rebeldes ruandeses da etnia hutu. Entre esses rebeldes, segundo Nkunda, estariam alguns acusados de participar do genocídio ocorrido em Ruanda em 1994. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;No genocído de Ruanda, milícias extremistas hutu e integrantes do Exército ruandês foram acusados de cometer um massacre sistemático de tutsis. Em cem dias, cerca de 800 mil tutsis e hutus moderados foram mortos. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O governo do Congo já prometeu repetidas vezes impedir que milícias hutus utilizem seu território, mas até agora não cumpriu a promessa. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O último prazo para cumprir essa medida expirou no final de agosto, exatamente quando os cofrontos foram retomados.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;No entanto, alguns analistas afirmam que os confrontos poderiam ter outro motivo. O leste do Congo é rico em recursos naturais, como ouro, e a luta poderia ser pelo controle dessas riquezas. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;O general Nkunda tem apoio de alguém?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O governo do Congo acusa Ruanda de apoiar o general Nkunda com tropas e artilharia pesada.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ruanda nega essas acusações, apesar de ter invadido o Congo duas vezes nos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O presidente de Ruanda, Paul Kagame, é um ex-rebelde tutsi que participou do fim do genocídio.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O Exército congolês é acusado de colaborar com rebeldes hutus tanto nos confrontos armados como na exploração das minas da região. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Isso leva alguns analistas a afirmar que seria plausível que Ruanda estivesse usando as forças do general Nkunda para pressionar o Congo a cumprir sua promessa de desarmar as milícias hutus. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;O que a ONU tem feito em relação ao conflito?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Essa é a pergunta feita por muitos congoleses. A ONU tem uma força de paz de 17 mil soldados no Congo - a maior missão da organização no mundo. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Alguns congoleses acusam a ONU de não fazer nada, e já houve ataques aos escritórios da organização em Goma.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A missão da ONU, porém, enviou helicópteros para ajudar a frear o avanço das forças rebeldes em Goma e pediu reforços para ajudar a pôr fim aos confrontos. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-size:10;" &gt;Qual a situação dos civis?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Agentes humanitários estão extremamente preocupados com as dezenas de milhares de pessoas que vivem na área dos conflitos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Todos os lados são acusados de cometer atrocidades contra civis, principalmente estupros em massa.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Segundo a ONU, até 45 mil pessoas já deixaram campos de internamente deslocados no leste do Congo para fugir dos rebeldes e seguiram para Goma. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Muitas das pessoas que fugiram para Goma são obrigadas a dormir ao ar livre e contam apenas com a ajuda dos habitantes locais e de agências humanitárias para conseguir comida. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A previsão é de que muitos outros sejam afetados pelos confrontos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A ONU também teme que haja muitas mortes por desnutrição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);"&gt;Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081030_congoentenda_ac.shtml &lt;http: uk="" portuguese="" reporterbbc="" story="" 2008="" 10="" shtml=""&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2264467835400976473?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2264467835400976473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2264467835400976473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2264467835400976473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2264467835400976473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/sobre-o-conflito-no-congo_31.html' title='Sobre o conflito no Congo...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2159041374847573689</id><published>2008-10-30T12:51:00.003-02:00</published><updated>2008-10-30T13:21:53.645-02:00</updated><title type='text'>Divulgando...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SQnKzljAEDI/AAAAAAAAABE/7EZy409GPWI/s1600-h/download.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 302px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SQnKzljAEDI/AAAAAAAAABE/7EZy409GPWI/s320/download.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262960627160191026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2159041374847573689?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2159041374847573689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2159041374847573689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2159041374847573689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2159041374847573689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/divulgando_30.html' title='Divulgando...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SQnKzljAEDI/AAAAAAAAABE/7EZy409GPWI/s72-c/download.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-5054182249239049008</id><published>2008-10-27T17:10:00.005-02:00</published><updated>2008-10-27T17:36:42.294-02:00</updated><title type='text'>EUA: crise x eleições</title><content type='html'>Bem, como os assuntos do momento são a crise norte-americana e as eleições no país, resolvi postar um artigo de Joseph Nye que saiu recentemente no Mundo RI. Na verdade, fora publicado originalmente em 'Project Syndicate'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue, então, o artigo na íntegra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 700;color:#c3c3c3;" &gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Crise eleitoral americana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#99ff99;"&gt;Por Joseph S. Nye*&lt;/span&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: none;font-family:Tahoma;font-size:8pt;color:#333333;"   &gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#99ff99;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;24/10/2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No dia 4 de novembro os americanos irão eleger seu 44º presidente em meio à pior turbulência financeira que o país já enfrentou, desde o início da Grande Depressão, em 1929. Ambos os candidatos são senadores dos Estados Unidos com pouca experiência como executivos, de modo que a capacidade para gerir a crise se tornou o tema central da eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da campanha, muitos observadores previram que o Iraque seria o grande tema em 2008. Mas, a crise é o foco. Em princípio, isso está ajudando Barack Obama e os democratas, pois pesquisas apontam mais força para estes nas questões econômicas. Enquanto que o republicano John McCain tem mais peso sobre questões de segurança. Após a convenção republicana, em Setembro, McCain estava à frente nas sondagens. Mas, depois do colapso financeiro Obama assumiu a liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora os dois candidatos tenham abraçado os R$ 700 bilhões de socorro para o setor financeiro, os contrastes entre eles são nítidos. Obama não é apenas o primeiro principal candidato afro-americano de um partido, mas também um dos mais jovens candidatos à presidência do EUA. McCain possui experiência como aviador naval e de mais de duas décadas no Senado. Se for eleito, ele será o presidente mais velho a assumir o posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois diferem tanto temperamento, como em experiência. McCain é uma pessoa de fortes valores tradicionais, que orgulha-se da sua vontade de agir rápida e decisivamente. Ele agiu assim durante as negociações sobre o socorro financeiro, suspendendo sua campanha para voltar a Washington. Esse esforço parece ter falhado, pois os republicanos que ele conduzia brecaram o pacote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas McCain tem-se mostrado resiliente. Em 2007, muitos desacreditaram na sua campanha, mas ele foi hábil em conseguir a nomeação republicana. Mas, a escolha da Governadora do Alasca, Sarah Palin, como vice-presidente abalou a campanha presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama, excelente orador, mostrou um comportamento frio e calmo em resposta às turbulências financeira e de campanha política. Quando envergonhado por comentários feitos pelo pastor de sua igreja, ele emitiu um excepcional discurso sobre a raça na América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ele deve ter cuidado, no entanto, em relação à ao apoio popular nas sondagens eleitorais. Os presidentes americanos são eleitos por um Colégio Eleitoral no qual cada estado possui votos em número proporcional ao número de membros no Congresso. Uma vez que até mesmo os estados mais pequenos possuem dois senadores, isto leva a uma representação irreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que em 2000 Al Gore venceu na votação popular, mas George W. Bush prevaleceu no colégio eleitoral. Assim, os dois candidatos estão com suas campanhas fortemente centradas sobre uma dúzia de estados nos quais os eleitores poderão oscilar, alterando o resultado no colégio eleitoral. Cada campanha está desesperadamente tentando avaliar o impacto da crise financeira sobre esses estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só o Colégio Eleitoral pode alterar as previsões com base nas sondagens nacionais, mas também existe a possibilidade de surpresas de última hora. Um erro em um debate presidencial pode virar a maré da opinião pública durante a noite, como aconteceu com o presidente Gerald Ford, em seu debate com Jimmy Carter em 1976. Inversamente, a eficiência de Ronald Reagan em seu debate com Carter em 1980 foi importante para sua vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro evento que poderia alterar as previsões, seria um "Outubro Surpresa" com fatos associados ao terrorismo. Isso mudaria a ordem do dia da crise financeira para a segurança, deixando os republicanos mais fortes. Em 2004, pouco antes da eleição presidencial, Osama bin Laden divulgou um vídeo que poderia ter ajudado G. W. Bush derrotar o senador John Kerry. Do ponto de vista de política pública, isso auxiliou mais o Bush no recrutamento adeptos do que Kerry poderia ter feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa recente da BBC em 22 países constatou que se o mundo pudesse votar, Obama venceria fácil. A margem pró-Obama foi de 82% no Quênia (onde nasceu o pai de Obama) e 9% na Índia. Mas os americanos não gostam interferência externa nas suas eleições. Quando Obama atraiu uma multidão de 200.000 pessoas para um discurso em Berlim no Verão passado, os republicanos criticaram-no como um elitista, que apela para multidões, mas não para os trabalhadores de colarinho azul em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, em setembro, uma enquete que perguntou aos americanos sobre tarefas para o próximo presidente, 83% votaram em "melhorar a posição dos EUA no mundo", como mais importante. E, sem dúvida, a eleição do primeiro afro-americano como presidente serviria para restaurar o “soft power” que a administração Bush desperdiçou, ao longo dos últimos oito anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem se questione se Obama seria tão bom também para o “hard power”. Nesse quesito, vale lembrarmos de Maquiavel: é mais importante para um príncipe ser temido do que ser amado. Maquiavel pode estar correto, mas às vezes esquecemos que o contrário do amor não é medo, mas o ódio. Maquiavel deixou claro que o ódio é algo que um príncipe deve cuidadosamente evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o exercício do “hard power” mina o "soft power", mais difícil se torna a liderança - como Bush descobriu após a invasão do Iraque. Tanto McCain quanto Obama possuem impressionantes habilidades organizacionais e poder político. Caso contrário, eles não chegariam onde estão hoje. Mas quando se trata do "soft power" e competências de inteligência emocional, visão e comunicação, Obama é melhor que McCain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Joseph Nye Jr. é professor da Harvard Kennedy School of Government e autor da mais recente obra The Powers to Lead. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;Fonte: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mundori.com/web/view.asp?paNumero=1372"&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;http://www.mundori.com/web/view.asp?paNumero=1372&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Copyright: Project Syndicate, 2008. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.project-syndicate.org/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.project-syndicate.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-5054182249239049008?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/5054182249239049008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=5054182249239049008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/5054182249239049008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/5054182249239049008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/bem-como-os-assuntos-do-momento-so.html' title='EUA: crise x eleições'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-1999767565757267624</id><published>2008-10-13T20:40:00.003-03:00</published><updated>2008-10-13T20:54:05.060-03:00</updated><title type='text'>A corrida eleitoral entre Obama e McCain: propostas para política comercial</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por &lt;em&gt;Felipe Mendonça e Thiago Lima&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diante das eleições presidenciais que se aproximam, uma pergunta emerge: qual o impacto que a conjuntura atual teve e terá na postura dos dois candidatos ao cargo? Mais especificamente, a Política Comercial sofrerá impactos mediante à crise atual e, conseqüentemente, com as políticas que serão adotadas seja quem for o próximo presidente? A reflexão histórica pode nos ajudar na resposta destas perguntas. Do final da Segunda Guerra em diante, a política Comercial dos Estados Unidos sofreu variações diretamente relacionadas, principalmente, a quatro tipos de variáveis: (1) a situação econômica e (2) os arranjos institucionais existentes e (3) as idéias e (4) a política estratégica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente nota-se que um desempenho econômico positivo parece facilitar a intensificação de políticas internacionalistas em detrimento de arranjos mais paroquialistas. Por outro lado, com o aprofundamento de crises econômicas, os interesses mais nacionalistas ganham força. Tal constatação nos permite dizer que deteriorações na economia norte-americana tendem a favorecer o adensamento de políticas protecionistas. Tais demandas, em época de crise, são refletidas com mais nitidez no Congresso. Isso acontece porque Capitol Hill é mais permeável aos grupos domésticos. As Instituições também merecem destaque. Estas podem filtrar demandas protecionistas, favorecendo políticas internacionalistas, ou vice-versa. No caso norte-americano, as Instituições sempre enviesaram a Política Comercial para uma vertente mais internacionalista. Contudo, o Congresso, mais suscetível aos movimentos dos grupos de interesse, vem sofrendo nos últimos 50 anos uma gradual corrosão de suas políticas livre-cambistas. Já o Executivo, menos suscetível aos grupos de interesse, tem dado continuidade ao seu programa internacionalista com poucas variações, sem oscilar substancialmente com as alterações de governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As idéias também são importantes, embora abstratas e de difícil mensuração. Estas fornecem o mapa cognitivo da interpretação das crises. Enquanto o déficit comercial norte-americano não se mostrava como um problema muito sério nas décadas de 1950 e 1960, as alterações das interpretações do balanço de pagamentos fizeram com que tal tema fosse objeto de debate eleitoral na década de 1970 e principalmente na década de 1980. Atualmente temos visto novas interpretações surgirem nos jornais o debate a cerca da atual crise econômica norte-americana. Analistas de diversos campos divergem nas interpretações do cenário atual e nas projeções futuras. Contudo, o fato de o debate sobre “enfraquecimento do poder americano” ter retornado às manchetes já é suficientemente importante para possíveis alterações nas políticas econômicas dos Estados Unidos, com especial destaque para as políticas de comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, as variações no campo político estratégico permitem correlações com os períodos internacionalista ou nacionalistas. No auge da Guerra Fria, por exemplo, os esforços estavam concentrados nos temas de segurança militar, não havendo muito espaço para reivindicações estritamente comerciais. Com a diminuição do conflito, criaram-se condições para o surgimento do debate em torno de novos temas ligados ao comércio, como serviços, propriedade intelectual e investimentos, assim como para uma postura mais nacionalista. Atualmente, assuntos tais como a Guerra ao Terrorismo, o fornecimento de energia, a imigração e a crise financeira, entre outros, tendem a ofuscar os assuntos de comércioEm suma, a história da política comercial dos Estados Unidos tem demonstrado que quando eleições coincidem com crises econômicas agudas. Além disso, as Instituições, idéias e estratégias não podem ser ignoradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o cenário que se esboça nos Estados Unidos nos permite concluir que algumas mudanças devam ocorrer. Embora com um cenário político estratégico desfavorável, a situação econômica deterioridada e com forte apelo popular, as Instituições congressuais cada vez mais permeável aos grupos de pressão, as teses declinistas que se intensificam e ganham cada vez mais espaço na mídia, aliadas ao provável aumento da maioria Democrata no Congresso dos Estados Unidos, deve fornecer a combinação ideal completar parte do impulso rumo a modificações na política comercial.A outra parte virá das propostas do novo chefe do Executivo. Por este motivo, faz-se necessário conhecer as propostas dos presidenciáveis. Observá-las é relevante do ponto de vista brasileiro, pois essa é uma das áreas de maior engajamento de nosso governo nas relações internacionais e qualquer estratégia adotada deve levar em consideração o papel dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política comercial é um campo em que é possível distinguir com razoável clareza as posições dos dois candidatos. O Republicano John McCain apresenta forte posição em defesa da liberalização comercial, com leves ajustes à maneira como vem sendo conduzida pela administração Bush, enquanto o Democrata Barack Obama mostra grande crítica à tal política. McCain votou a favor de leis de liberalização comercial em 88% dos casos, enquanto o histórico de Obama é de 36%.É preciso destacar que Obama tem um tempo muito mais curto no Legislativo do que seu adversário e um grau maior de abstenção em votações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O posicionamento de Obama parece muito afinado com a agenda que a maioria do Partido Democrata tem defendido desde o final da Guerra Fria. Para Obama, a política comercial tem integrado os Estados Unidos a uma globalização que não tem produzido benefícios para a classe média e em especial para os trabalhadores menos qualificados. Existem motivos internos e externos para isso. Internamente, alguns setores carecem de competitividade e precisam de auxílio para se ajustar à competição internacional, principalmente no caso de trabalhadores pouco qualificados. No plano externo, algumas práticas de outros países criariam vantagens injustas para aqueles países em detrimento dos Estados Unidos. A principal crítica seria ao mercado de trabalho nos países parceiros que pagam salários considerados muito baixos e que não fornecem ou não possibilitam condições de dignidade para os trabalhadores. Isso baixaria os custos de mão-de-obra nesses países, resultando em desemprego nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra condição que torna a competição injusta contra os Estados Unidos, segundo os Democratas, são as regras de proteção ao meio ambiente. Estas seriam menos rígidas em outros países, permitindo que empresas operem com menores custos e exportem aos Estados Unidos. Com relação a esses grupos, cabe apontar que a posição não é protecionista, mas sim de atrelar medidas de proteção aos acordos comerciais, ou seja, pode haver apoio à liberalização, desde que acompanhada de regras ambientais mais justas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No debate norte-americano o posicionamento sobre o NAFTA é bastante significativo. Enquanto McCain se apresenta como um defensor do acordo, Obama o critica veementemente, basicamente pelos motivos aludidos acima, defendendo inclusive a reforma do acordo. No que toca aos trabalhadores deslocados por conta da competição, McCain reconhece que isso é um problema e que a solução pode ser obtida por três vias: a primeira seria reformar o Trade Adjustment Assistance, um programa federal que fornece recursos para treinamento e recolocação de trabalhadores deslocados pela competição internacional, algo que Obama também defende, mas de maneira mais profunda; a segunda seriam os ajustes próprios do mercado, isto é, que setores ineficientes devem deixar de existir, preferencialmente migrando para atividades mais eficientes; a terceira via seria aumentar as exportações, inclusive por meio de acordos de livre-comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, McCain defende os acordos ratificados durante a administração Bush e a necessidade de um acordo de livre-comércio hemisférico, algo que não é visto nas posições de Obama. As divergências entre os dois senadores candidatos ficam claras quando a discussão é o CAFTA-DR e o acordo com a Colômbia. McCain é favorável aos acordos e Obama é contrário a eles. Adicionalmente, quando os candidatos se posicionam em relação ao acordo com a Colômbia, McCain deixa explícito que a política comercial deve ser utilizada como instrumento de política externa, podendo ser empregada como incentivo ou mesmo recompensa aos aliados políticos. De modo mais geral, McCain propõe a criação de um bloco ou liga democrática em que uma das características seria a liberalização comercial em detrimento dos países não democráticos. Já Obama, pelo menos no que toca à América Latina, argumenta que é preciso diminuir a ênfase na política comercial como meio relacionamento de político com a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área agrícola, McCain também apresenta uma posição mais forte pela liberalização comercial. O aumento da competição contribuiria para baixar os preços nos Estados Unidos e no exterior, contribuindo para amenizar a crise dos alimentos. No plano interno, a competição contribuiria para selecionar segmentos agrícolas nos quais os norte-americanos conseguem ter eficiência. Nessa mesma linha, McCain é forte crítico dos subsídios agrícolas e votou contra as Farm Bills de 2002 e 2008. Sua principal contestação é que são os grandes produtores que recebem os subsídios e por isso a liberalização deve ser negociada. Obama é protecionista na área agrícola, sendo favorável aos subsídios agrícolas. Votou pela aprovação da Farm Bill de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que toca ao etanol, produto que aproxima o tema agrícola do energético, Obama se mostra favorável à eliminação de barreiras ao comércio do produto, mas somente quando a produção nos Estados Unidos for competitiva. Até lá, sobretaxas e subsídios devem vigorar. A posição de McCain é pela eliminação dos subsídios e das barreiras ao comércio do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre propriedade intelectual, Obama argumenta que deve haver flexibilização das regras de propriedade intelectual em casos de saúde pública nos acordos comerciais promovidos pelos Estados Unidos, algo que vai na contra-mão dos esforços norte-americanos da década de 1990 e dos anos 2000 de enrijecer a proteção às patentes farmacêuticas. A modificação do acordo com o Peru nesse sentido foi um dos motivos que atraiu o apoio de Obama à ratificação desse acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na campanha de Obama consta a proposta de fundar um novo consenso doméstico capaz de tornar os Estados Unidos competitivos no cenário internacional, assim como para viabilizar politicamente a política de comércio internacional. Essa proposta permite dois comentários finais. Primeiro: seria essa proposta o reconhecimento de que os Estados Unidos perderam competitividade sistêmica? Uma resposta afirmativa parece ser exagero, mas questionar a competitividade norte-americana é algo um tanto quanto inusitado. Tradicionalmente o discurso dos altos políticos tem sido que, leveling the playing field, os norte-americanos podem competir com todos e vencer muitos. Segundo: a proposta reconhece a fratura política doméstica e propõe reconciliação. Mas é interessante pensar até que ponto o Democrata poderia ceder sem alienar suas bases em uma sociedade polarizada. A mesma questão se coloca com ainda mais força a McCain, já que a maioria Democrata no Congresso deve aumentar nessas eleições. De todo modo, superar a fratura e recuperar o bipartidarismo é fundamental para o Estado voltar a ser plenamente ativo na política comercial, condição necessária para avanço da Rodada Doha. Doha, OMC, multilateralismo comercial, aliás, foram temas pouco pronunciados pelas campanhas e em baixa profundidade, ao menos no que pudemos notar. Seria esse um daqueles casos em que o silêncio diz as coisas mais relevantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipe Mendonça é mestrando em Relações Internacionais pelo Programa San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP) e pesquisador do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Thiago Lima é Mestre em Relações Internacionais pelo Programa San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP) e pesquisador do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea - CEDEC (&lt;a href="mailto:thiagomasi@uol.com.br"&gt;thiagomasi@uol.com.br&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;&lt;a href="http://meridiano47.info/2008/10/11/a-corrida-eleitoral-entre-obama-e-mccain-propostas-para-politica-comercial-por-felipe-mendonca-thiago-lima/#more-418"&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;http://meridiano47.info/2008/10/11/a-corrida-eleitoral-entre-obama-e-mccain-propostas-para-politica-comercial-por-felipe-mendonca-thiago-lima/#more-418&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-1999767565757267624?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/1999767565757267624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=1999767565757267624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/1999767565757267624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/1999767565757267624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/corrida-eleitoral-entre-obama-e-mccain.html' title='A corrida eleitoral entre Obama e McCain: propostas para política comercial'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-6478352132500616964</id><published>2008-10-13T20:29:00.000-03:00</published><updated>2008-10-13T20:31:39.649-03:00</updated><title type='text'>O Interesse e a Regra: Ensaios sobre o Multilateralismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SPPaM5Rb0pI/AAAAAAAAAAw/mWhrQiRaqBE/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256785105138733714" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SPPaM5Rb0pI/AAAAAAAAAAw/mWhrQiRaqBE/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-6478352132500616964?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/6478352132500616964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=6478352132500616964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6478352132500616964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6478352132500616964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/o-interesse-e-regra-ensaios-sobre-o.html' title='O Interesse e a Regra: Ensaios sobre o Multilateralismo'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SPPaM5Rb0pI/AAAAAAAAAAw/mWhrQiRaqBE/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-6939229270740593771</id><published>2008-10-07T14:15:00.002-03:00</published><updated>2008-10-07T14:26:31.726-03:00</updated><title type='text'>Divulgando...</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;CEBRI&lt;/span&gt; Debate: Segurança Internacional (15/10/2008)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;              &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;O &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Centro Brasileiro de Relações Internacionais (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;CEBRI&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Fundação Ford&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; organizarão o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;CEBRI&lt;/span&gt; Debate &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;“&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;International&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Security&lt;/span&gt;: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;even&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;paranoids&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;have&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;enemies&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, com palestra de &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Thomas J. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Hirschfeld&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, conceituado analista internacional, com diversas publicações sobre temas globais de desarmamento; e com os comentários de &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Alfredo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Valladão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Diretor&lt;/span&gt; da Cátedra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Mercosul&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Institut&lt;/span&gt; d'&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Études&lt;/span&gt; Politiques de Paris (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Sciences&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Po&lt;/span&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;Local&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;: Sede do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;CEBRI&lt;/span&gt;, Rua do Russel, 270 - 2º andar - Glória - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;RJ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Horário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: 10h&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;INSCRIÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: envie nome, empresa, cargo, endereço, telefone, fax, e-mail para &lt;a href="mailto:eventos@cebri.org.br"&gt;eventos@cebri.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt; &lt;strong&gt;INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt;: (21) 2219-4469 / 4462 &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;IDIOMA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;: Inglês&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;NOTA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;"  &gt;: Este evento será replicado em Brasília no dia 14/10, em parceria com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;UnB&lt;/span&gt;, e em São Paulo no dia 22/10, em parceria com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;FAAP&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;CEAL&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;iFHC&lt;/span&gt; e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;IFBEM&lt;/span&gt;; maiores informações nos sites das respectivas instituições.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-6939229270740593771?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/6939229270740593771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=6939229270740593771' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6939229270740593771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6939229270740593771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/divulgando.html' title='Divulgando...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-6740127586366017405</id><published>2008-10-06T21:17:00.004-03:00</published><updated>2008-10-08T17:04:29.411-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Depois de muito tempo sem postar nada devido a total falta de tempo... segue então o assunto do momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Para compreender a crise financeira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-size:85%;" &gt;Mercados internacionais de crédito entraram em colapso e há risco real de uma corrida devastadora aos bancos. Por que o pacote de 700 bilhões de dólares, nos EUA, chegou tarde e é inadequado. Quais as causas da crise, e sua relação com o capitalismo financeirizado e as desigualdades. Há alternativas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Antonio-Martins_"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-size:85%;" &gt;Antonio Martins&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(06/10/2008)&lt;br /&gt;Segunda-feira, 6 de outubro. No momento em que esta nota é redigida, há uma onda de pânico percorrendo o sistema financeiro em todo o mundo. A crise iniciada há pouco mais de um ano, no setor de empréstimos hipotecários dos Estados Unidos, viveu dois repiques, nos últimos dias. Entre 15 e 16 de setembro, a falência de grandes instituições financeiras norte-americanas [&lt;a class="spip_note" id="nh1" title="[1] Em 12/9, o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, depois que (...)" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nb1" name="nh1"&gt;1&lt;/a&gt;] deixou claro que a devastação não iria ficar restrita ao setor imobiliário. No início de outubro, começou a disseminar-se a sensação de que o pacote de 700 bilhões de dólares montado pela Casa Branca para tentar o resgate produziria efeitos muito limitados. Concebido segundo a lógica dos próprios mercados (o secretário do Tesouro, Henry Paulson, é um ex-executivo-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs), o conjunto de medidas socorre com dinheiro público as instituições financeiras mais afetadas, mas não assegura que os recursos irriguem a economia, muito menos protege as famílias endividadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu-se então um colapso nos mercados bancários, que perdura até o momento. Apavoradas com a onda de falências, as instituições financeiras bloquearam a concessão de empréstimos – inclusive entre si mesmas. Este movimento, por sua vez, multiplicou a sensação de insegurança, corroendo o próprio sentido da palavra crédito, base de todo o sistema. A crise alastrou-se dos Estados Unidos para a Europa. Em dois dias, cinco importantes bancos do Velho Continente naufragaram [&lt;a class="spip_note" id="nh2" title="[2] O Fortis foi semi-nacionalizado pelos governos da Holanda, Bélgica e (...)" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nb2" name="nh2"&gt;2&lt;/a&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito rapidamente, o terremoto financeiro começou a atingir também a chamada “economia real”. Por falta de financiamento, as vendas de veículos caíram 27% (comparadas com o ano anterior) em setembro, recuando para o nível mais baixo nos últimos 15 anos. Em 3 de outubro, a General Motors brasileira colocou em férias compulsórias os trabalhadores de duas de suas fábricas (que produzem para exportação), num sinal dos enormes riscos de contágio internacional. Diante do risco de recessão profunda, até os preços do petróleo cederam, caindo neste 6/10 a 90 dólares por barril – uma baixa de 10% em apenas uma semana. A tempestade afeta também o setor público. Ao longo da semana, os governantes de diversos condados norte-americanos mostraram-se intranqüilos diante da falta de caixa. O governador da poderosa Califórnia, Arnold Schwazenegger, anunciou em 2 de outubro que não poderia fazer frente ao pagamento de policiais e bombeiros se não obtivesse, do governo federal, um empréstimo imediato de ao menos 7 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dias, alastrou-se o pavor de algo nunca visto, desde 1929: desconfiados da solidez dos bancos, os correntistas poderiam sacar seus depósitos, o que provocaria nova onda de quebras e devastaria a confiança na própria moeda. Em tempos de globalização, seria “a mãe de todas as corridas contra os bancos”, segundo a descreveu o economista Nouriel Roubini, que se tornou conhecido por prever há meses, com notável precisão, todos os desdobramentos da crise atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros sinais deste enorme desastre já estão visíveis. Em 2 de outubro, o Banco Central (BC) da Irlanda sentiu-se forçado a tranqüilizar o público, anunciando aumento no seguro estatal sobre 100% dos depósitos confiados a seis bancos. Na noite de domingo, foi a vez de o governo alemão tomar atitude semelhante. Mas as medidas foram tomadas de modo descoordenado, porque terminou sem resultados concretos, no fim-de-semana, uma reunião dos “quatro grandes” europeus [&lt;a class="spip_note" id="nh3" title="[3] Alemanha, França, Reino Unido e Itália, os membros europeus do (...)" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nb3" name="nh3"&gt;3&lt;/a&gt;], convocada pelo presidente francês, para buscar ações comuns contra a crise. Teme-se, por isso, que as iniciativas da Irlanda e Alemanha provoquem pressão contra os bancos dos demais países europeus, onde não há a mesma garantia. Além disso, suspeita-se que as autoridades estejam passando um cheque sem fundos. Na Irlanda, o valor total do seguro oferecido pelo BC equivale a mais do dobro do PIB do país...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também neste caso, os riscos de contágio internacional são enormes. Roubini chama atenção, em especial, para as linhas de crédito no valor de quase 1 trilhão de dólares entre os bancos norte-americanos e instituições de outros países. É por meio deste canal, hoje bloqueado, que o risco de quebradeira bancária se espalha pelo mundo. Mesmo em países menos próximos do epicentro da crise, como o Brasil, as conseqüências já são sentidas. Na semana passada, o Banco Central viu-se obrigado a estimular os grandes bancos, por meio de duas resoluções sucessivas, a comprar as carteiras de crédito dos médios e pequenos – que já enfrentam dificuldades para captar recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conseqüência de tantas tensões, as bolsas de valores da Ásia e Europa estão vivendo, hoje (6/10), mais um dia de quedas abruptas. Na primeira sessão após a aprovação do pacote de resgate norte-americano, Tóquio perdeu 4,2% e Hong Kong, 3,4%. Quedas entre 7% e 9% ocorreram também em Londres, Paris e Frankfurt. Em Moscou, a bolsa despencou 19%. Em todos estes casos, as quedas foram puxadas pelo desabamento das ações de bancos importantes. Em São Paulo, onde o pregão ainda está em andamento, os negócios foram interrompidos duas vezes, quando quedas drásticas acionaram as regras que mandam suspender os negócios em caso de instabilidade extrema. Apesar da intervenção do Banco Central, o dólar acumulava alta de mais de 5% às 13h, subindo a R$ 2,13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esta altura, todas as análises sérias coincidem em que não é possível prever nem a duração, nem a profundidade, nem as conseqüências da crise. Nos próximos meses, vai se abrir um período de fortes turbulências: econômicas, sociais e políticas. As montanhas de dinheiro despejadas pelos bancos centrais sepultaram, em poucas semanas, um dogma cultuado pelos teóricos neoliberais durante três décadas. Como argumentar, agora, que os mercados são capazes de se auto-regular, e que toda intervenção estatal sobre eles é contra-producente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, há uma imensa distância entre a queda do dogma e a construção de políticas de sentido inverso. Até o momento, tem prevalecido, entre os governos, uma postura um tanto curiosa: eles abandonam às pressas o discurso da excelência dos mercados, apenas para... desviar rios de dinheiro público às instituições dominantes destes mesmos mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pacote de 700 bilhões de dólares costurado pela Casa Branca é o exemplo mais acabado deste viés. Nouriel Roubini considerou-o não apenas “injusto”, mas também “ineficaz e ineficiente”. Injusto porque socializa prejuízos, oferecendo dinheiro às instituições financeiras (ao permitir que o Estado assuma seus “títulos podres”) sem assumir, em troca, parte de seu capital. Ineficaz porque, ao não oferecer ajuda às famílias endividadas — e ameaçadas de perder seus imóveis —, deixa intocada a causa do problema (o empobrecimento e perda de capacidade aquisitiva da população), atuando apenas sobre seus efeitos superficiais. Ineficiente porque nada assegura (como estão demonstrando os fatos dos últimos dias) que os bancos, recapitalizados em meio à crise, disponham-se a reabrir as torneiras de crédito que poderiam irrigar a economia. Num artigo para o Financial Times (reproduzido pela Folha de São Paulo), até mesmo o mega-investidor George Soros defendeu ponto-de-vista muito semelhantes, e chegou a desenhar as bases de um plano alternativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras análises vão além. Num &lt;a class="spip_in" href="http://diplo.uol.com.br/2007-11,a1993"&gt;texto&lt;/a&gt; publicado há alguns meses no Le Monde Diplomatique, o economista francês François Chesnais chama atenção para algo mais profundo por trás da financeirização e do culto à auto-suficiência dos mercados. Ele mostra que as décadas neoliberais foram marcadas por um enorme aumento na acumulação capitalista e nas desigualdades internacionais. Fenômenos como a automação, a deslocalização das empresas (para países e regiões onde os salários e direitos sociais são mais deprimidos) e a emergência da China e Índia como grandes centros produtivos rebaixaram o poder relativo de compra dos salários. O movimento aprofundou-se quando o mundo empresarial passou a ser regido pela chamada “ditadura dos acionistas”, que leva os administradores a perseguir taxas de lucros cada vez mais altas. O resultado é um enorme abismo entre a a capacidade de produção da economia e o poder de compra das sociedades. Na base da crise financeira estaria, portanto, uma crise de superprodução semelhante às que foram estudadas por Marx, no século retrasado. Ao liquidar os mecanismos de regulação dos mercados e redistribuição de renda introduzidos após a crise de 1929, o capitalismo neoliberal teria reinvocado o fantasma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wallerstein vê nos sistemas públicos de Saúde, Educação e Previdência algo que pode ser multiplicado, e que gera relações sociais anti-sistêmicas. Se todos tivermos direito a uma vida digna, quem se preocupará em acumular dinheiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marx via nas crises financeiras os momentos dramáticos em que o proletariado reuniria forças para conquistar o poder e iniciar a construção do socialismo. Tal perspectiva parece distante, 125 anos após sua morte. A China, que se converteu na grande fábrica do mundo, é governada por um partido comunista. Mas, longe de ameaçarem o capitalismo, tanto os dirigentes quanto o proletariado chinês empenham-se em conquistar um lugar ao sol, na luta por poder e riqueza que a lógica do sistema estimula permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de disputar poder e riqueza com os capitalistas, não será possível desafiar sua lógica? O sociólogo Immanuel Wallerstein, uma espécie de profeta do declínio norte-americano, defendeu esta hipótese corajosamente no Fórum Social Mundial de 2003 - quando George Bush preparava-se para invadir o Iraque e muitos acreditavam na perenidade do poder imperial dos EUA. Em outro &lt;a class="spip_in" href="http://diplo.uol.com.br/2008-07,a2502"&gt;artigo&lt;/a&gt;, publicado recentemente no Le Monde Diplomatique Brasil, Wallerstein sugere que a crise tornará o futuro imediato turbulento e perigoso. Mas destaca que certas conquistas sociais das últimas décadas criaram uma perspectiva de democracia ampliada, algo que pode servir de inspiração para caminhar politicamente em meio às tempestades. Refere-se à noção segundo a qual os direitos sociais são um valor mais importante que os lucros e a acumulação privada de riquezas. Vê nos sistemas públicos (e, em muitos países, igualitários) de Saúde, Educação e Previdência algo que pode ser multiplicado, e que gera relações sociais anti-sistêmicas. Se a lógica da garantia universal a uma vida digna puder ser ampliada incessantemente; se todos tivermos direito, por exemplo, a viajar pelo mundo, a sermos produtores culturais independentes e a terapias (anti-)psicanalíticas, quem se preocupará em acumular dinheiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O neoliberalismo foi possível porque, no pós-II Guerra, certos pensadores atreveram-se a desafiar os paradigmas reinantes e a pensar uma contra-utopia. Num tempo em que o capitalismo, sob ameaça, estava disposto a fazer grandes concessões, intelectuais como o austríaco Friederich Hayek articularam, na chamada Sociedade Mont Pelerin, a reafirmação dos valores do sistema [&lt;a class="spip_note" id="nh4" title="[4] Sobre a contra-utopia hayekiana, ler, no Le Monde Diplomatique, (...)" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nb4" name="nh4"&gt;4&lt;/a&gt;]. Seus objetivos parecem hoje desprezíveis, mas sua coragem foi admirável. Eles demonstraram que há espaço, em todas as épocas, para enfrentar as certezas em vigor e pensar futuros alternativos. Não será o momento de construir um novo pós-capitalismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-----------------------&lt;br /&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a class="spip_note" title="info notes 1" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nh1" name="nb1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;] Em 12/9, o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, depois que as autoridades monetárias recusaram-se a resgatá-lo. No mesmo dia, o Merrill Lynch anunciou sua venda para o Bank of America. Em 15/9, a mega-seguradora AIG (a maior do mundo, até há alguns meses) anunciou que estava insolvente, sendo nacionalizada no dia seguinte com aporte estatal de US$ 85 bilhões&lt;br /&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a class="spip_note" title="info notes 2" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nh2" name="nb2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;] O Fortis foi semi-nacionalizado pelos governos da Holanda, Bélgica e Luxemburgo. O Dexia recebeu uma injeção de 6,4 bilhões de euros, patrocinada pelos governos da França e Bélgica. O Reino Unido nacionalizou o Bradford &amp;amp; Bingley (especialista em hipotecas), vendendo parte de seus ativos para o espanhol Santander. O Hypo Real Estate segundo maior banco hipotecário alemão entrou numa operação de resgate cujo custo podia chegar a 50 bilhões de euros, mas cujo sucesso ainda não estava assegurado, em 5/9. A Islândia nacionalizou o Glitnir, seu terceiro maior banco&lt;br /&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a class="spip_note" title="info notes 3" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nh3" name="nb3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;] Alemanha, França, Reino Unido e Itália, os membros europeus do G-8&lt;br /&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a class="spip_note" title="info notes 4" href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623#nh4" name="nb4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;] Sobre a contra-utopia hayekiana, ler, no Le Monde Diplomatique, &lt;/span&gt;&lt;a class="spip_in" href="http://diplo.uol.com.br/2002-01,a203"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Pensando o Impensável”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; , de Serge Halimi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-----------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;http://diplo.uol.com.br/2008-10,a2623&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-6740127586366017405?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/6740127586366017405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=6740127586366017405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6740127586366017405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6740127586366017405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/10/depois-de-muito-tempo-sem-postar-nada.html' title=''/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2362642602144754990</id><published>2008-08-12T23:08:00.002-03:00</published><updated>2008-08-12T23:15:29.472-03:00</updated><title type='text'>Rússia na CIJ</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ccccff;"&gt;Geórgia processará Rússia por limpeza étnica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ter, 12 Ago, 02h28&lt;br /&gt;Por Margarita Antidze&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TBILISI (Reuters) - A Geórgia entrou com um processo contra a Rússia na Corte Internacional de Justiça por limpeza étnica, disse nesta terça-feira o secretário do Conselho de Segurança da Geórgia, Kakha Lomaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Separadamente, o promotor chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI) Luis Moreno-Ocampo afirmou que ele tem sido procurado sobre o conflito na região separatista de Ossétia do Sul na Geórgia e pode lançar uma investigação preliminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corte Internacional de Justiça regula os conflitos entre nações enquanto que o Tribunal Penal Internacional (TPI) foi organizado para julgar indivíduos por crimes graves como genocídio, crimes contra a humanidades e crimes de guerra. Ambas as cortes são sediadas em Haia na Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje o embaixador da Geórgia na Holanda entrou com um processo na Corte Internacional de Justiça chamado 'o Estado da Geórgia contra o Estado da Rússia' por conta de suposta limpeza étnica conduzida pela Rússia na Geórgia entre 1993 e 2008", disse o secretário à Reuters.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conflito teve início na última quinta-feira quando a Geórgia enviou suas tropas para retomar o controle da Ossétia do Sul, uma província pró-Rússia que rejeitou o poder georgiano nos anos 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moscou respondeu enviando tropas fortemente armadas, que rapidamente superaram os soldados georgianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia afirma que 1.600 civis da Ossétia do Sul foram mortos, enquanto que a Geórgia divulgou 200 mortes e centenas de feridos. Nenhum dos números foram confirmados independentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidos afirmou nesta terça-feira que aproximadamente 100 mil pessoas estão fugindo de suas casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós começamos a receber notícias sobre isto", disse Moreno-Ocampo à Reuters por telefone de Haia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se iria lançar uma investigação preliminar, ele respondeu: "É possível." Ele não deu mais detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TPI foi criado para julgar genocídios e outros crimes de guerra quando autoridades judiciais nacionais não consegue investigar tais crimes apropriadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moreno-Ocampo casou uma discussão diplomática internacional no último mês quando pediu aos juízes da corte um mandato de prisão para o presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bahshir pelo genocídio e crimes de guerra na região de Darfur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_georgia_exclusivo_processo_pol"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffcc99;"&gt;http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_georgia_exclusivo_processo_pol&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2362642602144754990?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2362642602144754990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2362642602144754990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2362642602144754990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2362642602144754990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/08/rssia-na-cij.html' title='Rússia na CIJ'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-6272350172718442904</id><published>2008-08-11T19:35:00.012-03:00</published><updated>2008-08-11T19:55:22.919-03:00</updated><title type='text'>Entenda o conflito envolvendo Rússia e Geórgia na Ossétia do Sul</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;.............................................&lt;/span&gt;A escalada das te&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233392546090974898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SKC-yv_t_rI/AAAAAAAAAAo/ZPItnCf_TLM/s320/20070807220811georgia.gif" border="0" /&gt;nsões entre a Geórgia e os separatistas da região de Ossétia do Sul evoluiu para violentos comba- tes nos últimos dias e o envolvimento da Rússia, que enviou tanques para a região em apoio aos rebeldes, susci- tou temores de uma guerra na volátil região do Cáucaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A administração separatista da Ossétia do Sul vem tentando obter reconhecimento desde que declarou a sua independência do governo central, após uma guerra civil nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia tem uma força de paz na região, mas o governo de Moscou também apóia os separatistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#9999ff;"&gt;A BBC preparou uma série de perguntas e respostas que explicam os principais pontos da crise: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#9999ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Qual é o atual status da Ossétia do Sul? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A Ossétia do Sul tem tido um governo próprio desde que lutou com a Geórgia pela sua independência em 91 e 92, logo após o colapso da União Soviética.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Durante o conflito, a região declarou sua independência, mas ela não foi reconhecida por nenhum país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, prometeu colocar a Ossétia do Sul e outra região separatista, a Abecásia, sob controle da Geórgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;strong&gt;Por que os ossetianos querem se separar? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Os ossetianos são uma etnia originária das planícies russas ao sul do Rio Don. Eles têm identidade e cultura diferentes da dos georgianos e uma língua própria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No século 13, as invasões mongóis empurraram a etnia para as montanhas do Cáucaso, e os ossetianos se estabeleceram ao longo da atual fronteira da Geórgia com a Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ossetianos do sul querem se juntar à Ossétia do Norte, que é uma república autônoma dentro da Federação Russa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os georgianos são uma minoria na Ossétia do Sul, representando menos de um terço da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Geórgia rejeita o nome Ossétia do Sul, preferindo chamar a região pelo nome antigo, Samachablo, ou Tskhinvali, a principal cidade da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;O que detonou esta crise?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tensões vinham aumentando desde a eleição do presidente Saakashvili em 2004. Ele ofereceu à Ossétia do Sul diálogo e autonomia, mas no contexto de um só Estado, o da Geórgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, os ossetianos do sul votaram em um referendo extra-oficial em uma tentativa de fazer pressão pela independência completa, e segundo as autoridades da Ossétia, a maioria esmagadora da população o fim da união com Tblisi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril de 2008, a Otan disse que a Geórgia poderia no futuro vir a ser um membro da aliança militar - o que irritou a Rússia, que se opõe à expansão da Otan para o leste. Semanas depois, a Rússia reforçou os seus laços com as regiões de Ossétia do Sul e Abecásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho a Rússia admitiu que seus caças entraram no espaço aéreo da Geórgia, na região da Ossétia do Sul. Confrontos antes esporádicos se escalaram, até que, segundo informações não confirmadas, seis pessoas acabaram mortas por projéteis de forças georgianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Rússia poderia se envolver diretamente numa guerra?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia insiste que tem agido como uma força de paz na Ossétia do Sul e nega as acusações de que vem fornecendo armas aos separatistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Moscou já prometeu defender os cerca de 70 mil cidadãos russos que vivem na Ossétia do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia pode interpretar uma intervenção militar como uma opção menos arriscada do que reconhecer a independência da Ossétia do Sul, o que poderia levar a uma guerra com a Geórgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;strong&gt;As ligações da Geórgia com a Otan podem influenciar este conflito?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Saakashvili fez da entrada na Otan uma de suas prioridades. A Geórgia tem um relacionamento próximo com os Estados Unidos e vem cultivando vínculos com a Europa Ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem diga que Saakashvili espere levar a Otan a um conflito com Moscou, de forma a formalizar a aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas analistas dizem que é difícil imaginar que a Otan se deixe arrastar para um conflito com a Rússia por causa da Geórgia, depois de ter se esforçado para evitá-lo por tanto tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;Fonte:&lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080808_entenda_ossetia_cg.shtml"&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080808_entenda_ossetia_cg.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-6272350172718442904?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/6272350172718442904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=6272350172718442904' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6272350172718442904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6272350172718442904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/08/entenda-o-conflito-envolvendo-rssia-e.html' title='Entenda o conflito envolvendo Rússia e Geórgia na Ossétia do Sul'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qCrk0ioexpU/SKC-yv_t_rI/AAAAAAAAAAo/ZPItnCf_TLM/s72-c/20070807220811georgia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-318528734933681907</id><published>2008-08-11T15:57:00.003-03:00</published><updated>2008-08-11T16:33:41.226-03:00</updated><title type='text'>Rússia: KGB de volta ou tentativa de liderança pela guerra?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Recebi hoje o informativo Mundo RI, dentre vários artigos, escolhi esse que trata do conflito entre a Rússia e Geórgia sobre a questão da Ossétia do Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;No entanto, vale a pena acessar a página do Mundo RI e dar uma lida nos demais artigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 700; TEXT-DECORATION: nonefont-family:Verdana;color:#c3c3c3;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#cc66cc;"&gt;Rússia: KGB de volta ou tentativa de liderança pela guerra?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ff99ff;"&gt;Fábio Pereira Ribeiro - 11/8/2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: none; size: 1font-family:Tahoma;color:#333333;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cccccc;"&gt;A guerra nunca é bem vista. Alguns teóricos afirmam que a mesma é feita para a Paz. Mas o que pensar da nova guerra da Rússia com a Geórgia? Questões territoriais? Guerra contra o terrorismo ou ações contras-guerrilhas? Ou mostrar para o mundo que a Rússia ainda não perdeu sua força?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Vladimir Putin como primeiro ministro, diz o que fazer: “a guerra já começou”. A partir daí já é previsto o novo ar de KGB estar de volta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O grande problema é o processo separatista em vigor da região de Ossétia do Sul na Geórgia. A busca pela independência e as aspirações de poder sobre ponto estratégico do Cáucaso são motes principais para o conflito, e um prato cheio para as percepções ditatoriais da Rússia neste momento, onde a balança internacional está pendendo para vários lados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Todo o conflito está expondo as diversas linhas de conflito da Rússia com a Geórgia, mas ao mesmo tempo é uma grande oportunidade de mostrar ao mundo que a Rússia ainda tem um pensamento militar de conquista, uma busca pela guerra ou conflito de conquista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Na Geórgia muitos se preocupam com um movimento intenso de tropas russas, e principalmente em uma limpeza étnica. Isso tudo é preocupante, pois acabamos de ver um ditador preso, e ao mesmo tempo uma potência utilizar os mesmos princípios. E isso tudo leva a mobilização total de um país preocupado com esta questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O problema maior deste tríplice conflito é a estrutura de apoio russo sobre as ações dos separatistas, inclusive com centenas de agentes de inteligência para desestabilizar a estrutura de poder da Geórgia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O presidente russo, Dmitri Medvedev afirma como se fosse um protetor da região, que a guerra leva a uma percepção de que a Rússia será uma eterna protetora do Cáucaso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A realidade é uma só, o conflito gera dúvidas em todos os sentidos. O próprio Conselho de Segurança da ONU, que desaprova o ataque, mas ao mesmo tempo dá condições para atuações em operações secretas dos serviços de inteligência da Rússia sobre a Geórgia, e principalmente ao patrocínio de ações guerrilheiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Os interesses de Putin sobressaem os valores de Paz que qualquer país quer, e ao mesmo tempo o mundo busca. E só falta voltar o terror da KGB sobre todo continente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;RIBEIRO, Fábio Pereira. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 700; TEXT-DECORATION: nonefont-family:Verdana;color:#c3c3c3;"  &gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;Rússia: KGB de volta ou tentativa de liderança pela guerra?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;em&gt;Newsletter Mundo RI&lt;/em&gt;, [S.l], ago. 2008. Disponivel em: &lt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mundori.com/web/view.asp?paNumero=1332"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.mundori.com/web/view.asp?paNumero=1332&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&gt;. Acesso em: 11 ago 2008.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-318528734933681907?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/318528734933681907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=318528734933681907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/318528734933681907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/318528734933681907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/08/rssia-kgb-de-volta-ou-tentativa-de.html' title='Rússia: KGB de volta ou tentativa de liderança pela guerra?'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-3084298366981013777</id><published>2008-08-10T11:07:00.002-03:00</published><updated>2008-08-10T11:19:12.765-03:00</updated><title type='text'>Enquanto isso na China...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;'Várias explosões' atingem província chinesa de Xinjiang&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias explosões atingiram a província chinesa de Xinjiang, no noroeste do país, segundo a agência estatal chinesa Xinhua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As explosões ocorreram pouco antes das 4h da manhã locais (17h em Brasília) em Kuga, no sul da província, afirmou a agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida houve troca de tiros, mas não foram registradas vítimas fatais, acrescentou a Xinhua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xinjiang é a província onde, no início da semana, 16 policiais chineses foram mortos no ataque a um posto de fronteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região é habitada pelos Uighur, população muçulmana na qual um braço separatista há décadas encampa uma luta de baixo perfil contra a autoridade chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado, a China já chamou atenção para o que qualificou de ameaças terroristas de grupos islâmicos em Xinjiang, sem oferecer evidências para comprovar seu receio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O incidente ocorre um dia após a abertura oficial dos Jogos Olímpicos, em Pequim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="color:#ff9900;"&gt;&lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080809_china_xinjinag_pu.shtml"&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080809_china_xinjinag_pu.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poucos leitores do blog, se é que existe algum, podem estar achando estranho esse tipo de post, mas achei interessante porque nunca havia escutado falar em "ameaças terroristas de grupos islâmicos" na China. Não que não soubesse da existência de população muçulmana na região, mas terrorismo vindo desse "grupo" para mim é uma novidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-3084298366981013777?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/3084298366981013777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=3084298366981013777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3084298366981013777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3084298366981013777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/08/enquanto-isso-na-china.html' title='Enquanto isso na China...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-5730488500068134359</id><published>2008-08-02T10:46:00.005-03:00</published><updated>2008-08-02T11:23:04.994-03:00</updated><title type='text'>Mesa redonda: A agenda comercial brasileira pós-Doha</title><content type='html'>A Rodada Doha foi tema da maioria das minhas postagens até então, e a pergunta que veio em mente após o colapso das negociações em Genebra foi: "&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;E agora, Amorim?&lt;/span&gt;" rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis então que recebo um convite, em minha caixa de entrada, do CEBRI para a mesa redonda: A agenda comercial brasileira pós-Doha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a primeira explanação ao ler a mensagem é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;SANTO CEBRI!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O que seria de nos estundantes de RI se não fosse "você"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem brincadeiras a parte, vamos ao que interessa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;O Centro Brasileiro de Relações Internacionais – CEBRI e o Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento - CINDES têm a satisfação de convidá-lo (a) para a mesa-redonda:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;A Agenda Comercial Brasileira Pós-Doha&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As negociações multilaterais entraram em colapso e há incertezas sobre em quanto tempo poderão ser retomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Que desafios os cenários pós-Doha colocam para a política comercial brasileira?&lt;br /&gt;· Os acordos bilaterais são a alternativa para o Brasil?&lt;br /&gt;· Que novos temas deverão ser incorporados às agendas de negociação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alfredo Valladão&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Professor do Institut d'Études Politiques de Paris (Sciences Po), onde dirige a Cátedra Mercosul. Pesquisador Sênior Associado no Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais (IEEI - Lisboa). Jornalista especializado em política internacional, contribui regularmente para a Rádio Franca Internacional, BBC e CBN. Foi correspondente diplomático e na área de Defesa para o diário Libération (França). É membro do Conselho Editorial das revistas Questions Internationales (França) e Res-Publica (Portugal). É fundador e ex-membro do Conselho Editorial do Anuário l'Etat du Monde (França) e autor de vários livros sobre política internacional e de documentários para redes de televisão francesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lia Valls&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bacharel em Ciências Econômicas , PUC-RJ, 1975. M .Phil em Economia, Cambridge University, 1980. Doutorado em Economia, Instituto de Economia/UFRJ, 1998. Professora Adjunta da Fac. de Ciências Econômicas da UERJ e coordenadora do Centro de Estudos de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luiz Felipe Lampreia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Embaixador Lampreia serviu como Embaixador do Brasil em Portugal (1990-1992) e na Suiça (1993-1994). Entre 1995 e 2001 foi Ministro das Relações Exteriores do Brasil. É Vice-Presidente Nato do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais - CEBRI, assim como Presidente do Conselho de Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN. Ele também atua como consultor para a Petrobrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sandra Rios&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sandra Polónia Rios é diretora do CINDES, sócia da EcoStrat Consultores e especialista em temas relacionados a negociações comerciais internacionais e a política de comércio exterior. Atua como consultora permanente da Confederação Nacional da Indústria, sendo responsável pela coordenação técnica da Coalizão Empresarial Brasileira. Integrante da Lista Indicativa de Panelistas da OMC, por proposição do Governo brasileiro, aprovada pelo Órgão de Solução de Controvérsias da Organização, é coordenadora do grupo de acesso a mercados do Foro Empresarial Mercosul – União Européia. Membro do Conselho Superior da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior, FUNCEX e faz parte do corpo docente da Fundação Dom Cabral. É professora licenciada do Departamento de Economia da PUC-RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;DATA: 06 de agosto de 2008, Quarta-feira, às 15h00&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;br /&gt;LOCAL: CEBRI –Rua do Russel 270 – 2º andar – Glória – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• INSCRIÇÃO: nome, instituição, cargo, endereço, telefone, fax, e-mail para:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.mc328.mail.yahoo.com/mc/compose?to=eventos@cebri.org.br" target="_blank" rel="nofollow" ymailto="mailto:eventos@cebri.org.br"&gt;http://br.mc328.mail.yahoo.com/mc/compose?to=eventos@cebri.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;• INFORMAÇÕES: (21) 2219-4469 – Elizabeth Jubé ou Rafael Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a programação completa de eventos: &lt;a href="http://www.cebri.org.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.cebri.org.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-5730488500068134359?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/5730488500068134359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=5730488500068134359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/5730488500068134359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/5730488500068134359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/08/mesa-redonda-agenda-comercial-do-brasil.html' title='Mesa redonda: A agenda comercial brasileira pós-Doha'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2087281684916710152</id><published>2008-07-31T16:31:00.002-03:00</published><updated>2008-07-31T16:34:56.608-03:00</updated><title type='text'>Divulgando...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Mesa-Redonda: Estados Unidos - América Latina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CEBRI e o Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro organizarão a mesa-redonda "A Relação Estados Unidos - América Latina: segurança regional e política energética ", que contará com a palestra do Embaixador Jeffrey Davidow, Presidente do importante think tank americano com sede na Califórnia Institute of the Americas , e com os comentários do Embaixador Marcos de Azambuja , Vice-Presidente do CEBRI, e de Demétrio Magnoli, professor e integrante do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (Gacint) da Universidade de São Paulo (USP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate abordará as relações políticas com o continente, com foco nas questões de segurança em Venezuela, Bolívia, Colômbia e Equador; bem como os subsídios e tarifas para o etanol, matriz e segurança energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participarão da cerimônia de abertura o Embaixador José Botafogo Gonçalves, Presidente do CEBRI, Elizabeth Lee Martinez, Cônsul Geral dos EUA no Rio de Janeiro, e Camille Richardson, Cônsul Comercial dos EUA no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores informações no site do CEBRI : &lt;&lt;a href="http://www.cebri.org.br/"&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;http://www.cebri.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2087281684916710152?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2087281684916710152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2087281684916710152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2087281684916710152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2087281684916710152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/divulgando.html' title='Divulgando...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-8580888543538724151</id><published>2008-07-31T16:00:00.003-03:00</published><updated>2008-07-31T16:29:06.766-03:00</updated><title type='text'>E agora?!?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#cc66cc;"&gt;Depois do fracasso em Doha...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ter postado mais nada sobre a tão famosa Rodada, que serviu de tema para a maioria dos posts do blog em questão, acredito que os poucos leitores que o lêem já sabem do fracasso da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cabe aqui agora atribuir “culpados”, ou não, a esse fracasso, quem quiser mais notícias sobre os impasses basta procurar noticias em sites como BBC Brasil / Agencia Brasil, ou qualquer outro site de notícias, pois artigos não faltam a respeito do assunto, uns até bem interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reflexão agora é: o que fazer após o fracasso da rodada. Buscar acordos unilaterais? Buscar o fortalecimento do Mercosul ou das relações SUL-SUL? (Sabe-se que isso é algo que vêem se buscado com certa “veemência” pela diplomacia brasileira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o fato do Brasil ter sido a favor do acordo proposto, e ter sido considerado por alguns, o que eu particularmente acho um erro, como “traidor” do G-20, irá prejudicar agora acordos com esses países do grupo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que isso irá de alguma forma atrapalhar a atuação do Brasil no Mercosul, como dizem alguns?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, espero que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não estou aqui para dizer o que vai acontecer ou não, só estou aqui com minhas divagações acerca do tema e talvez poder discutir com os meus poucos leitores o assunto em questão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-8580888543538724151?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/8580888543538724151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=8580888543538724151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8580888543538724151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8580888543538724151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/e-agora.html' title='E agora?!?'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-3607689761193616683</id><published>2008-07-28T18:49:00.003-03:00</published><updated>2008-07-28T19:20:33.487-03:00</updated><title type='text'>Corra, Doha, corra...</title><content type='html'>Como já puderam perceber, tenho acompanhado as notícias que têm saído na web sobre a Rodada Doha, com um olhar atento e curioso sobre qual será o desfecho da rodada, cuja previsão de término era para o ano de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a minha "navegação", achei um &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; publicado em um blog com um artigo muito interessante e por isso resolvi (re)postá-lo aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais... segue o post então que dá o que pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Corra, Doha, corra...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os representantes dos países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) tentam, ou fingem tentar, um acordo sobre comércio agrícola, serviços e redução de barreiras a produtos industriais. A assimetria de interesses e a crise sistêmica do capitalismo não deixam qualquer sombra de dúvida: aos países periféricos só resta resistir ou capitular. A análise é de Gilson Caroni Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gilson Caroni Filho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mesma história contada três vezes, com desenlaces diferentes, pode ser uma obra de arte. É o caso de “Corra, Lola, Corra", filme alemão dirigido por Tom Tykwer, onde não faltam roteiro engenhoso e uma corajosa linguagem cinematográfica. Dependendo da combinação de possibilidades, o desfecho pode ser feliz ou não. Estamos diante de uma alegoria da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Genebra, o enredo é distinto. Os representantes dos países-membros da OMC ( Organização Mundial do Comércio) tentam, ou fingem tentar, um acordo sobre comércio agrícola, serviços e redução de barreiras a produtos industriais. Ao contrário da obra-prima de Tykwer não existem possibilidades de final feliz. A assimetria de interesses e a crise sistêmica do capitalismo não deixam qualquer sombra de dúvida: aos países periféricos só resta resistir ou capitular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso brasileiro, reduzir tarifas de importação, ainda mais com câmbio apreciado, só prejudicaria setores industriais com uso intensivo de mão de obra ou baixo coeficiente de importação na sua estrutura produtiva. Ao contrário do que apregoam os que rezam pelo credo liberal, uma redução tarifária em nada forçaria uma maior competitividade ou modernização da indústria nativa. Se somarmos a isso, as concessões pretendidas pelos Estados Unidos na área de serviços, o êxito de Doha seria uma recolonização impensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos concordar ou não com Immanuel Wallerstein quando ele afirma que o capitalismo vive tensões estruturais com as quais já não consegue lidar, mas as evidências empíricas sugerem mais atenção às suas teses. Três aumentos indicam que o processo acumulativo vive uma crise sistêmica: o dos custos salariais em função da desruralização, a elevação dos preços de matérias-primas, como decorrência do esgotamento ecológico, e a inevitabilidade do crescimento da carga tributária em escala mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, as margens de manobra em Genebra são nulas. Pode-se usar o deslize do chanceler Celso Amorim como pretexto para o impasse. Estampar em manchetes que "menção ao nazismo atrapalha negociação crucial de comércio", mas o fato é que, defendidos interesses soberanos, esse é um encontro natimorto. O que é ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rigor, o único prejudicado com o fracasso da Rodada de Doha é o agronegócio, setor que se notabiliza por concentrar renda e pelos danos ambientais impostos à população pobre do campo. Como destacou o secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, "a ênfase no modelo agroexportador torna o Brasil vulnerável no mercado internacional, dependente de produtos de baixo valor agregado e cujos preços oscilam muito a cada ano". É esse o projeto "estruturante" que queremos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista da geração de empregos e da produção de alimentos para o mercado interno, a ausência de acordo em Genebra é irrelevante. Mas parece que o mais propício, no momento, é buscar crescimento do comércio exterior com outros países em desenvolvimento. Mais que nunca fortalecer o Mercosul e estreitar laços com África do Sul, Índia e China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém discute a importância da OMC e o papel do multilateralismo em todas as esferas do mundo atual, mas aos que defendem uma minimização do papel do Estado como forma de ampliar o livre comércio entre empresas de todo o mundo, a advertência do economista John Gray deve ser repetida à exaustão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tanto na teoria quanto na prática, o efeito da mobilidade total do capital é anular a doutrina ricardiana da vantagem comparativa". Não é hora de vender soja para comprar trator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Carta Maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disponível em: &lt;span style="color:#ff9966;"&gt;&lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/2008/07/artigo-corra-dohacorra.html"&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/2008/07/artigo-corra-dohacorra.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-3607689761193616683?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/3607689761193616683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=3607689761193616683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3607689761193616683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3607689761193616683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/corra-doha-corra.html' title='Corra, Doha, corra...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-1662153881816877971</id><published>2008-07-28T18:30:00.007-03:00</published><updated>2008-07-28T18:49:01.907-03:00</updated><title type='text'>Polêmica em Doha...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Polêmica sobre salvaguarda põe em risco acordo da Rodada Doha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Márcia Bizzotto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Enviada especial da BBC Brasil a Genebra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A falta de consenso sobre um mecanismo de salvaguarda que permitiria aos países em desenvolvimento subir tarifas aduaneiras para se proteger de um surto de importações que possa prejudicar sua segurança alimentar é o ponto crucial que está ameaçando o acordo da Rodada Doha em Genebra.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com o clima de pessimismo e a guerra de acusações que toma conta da sede da Organização Mundial do Comércio (OMC), diplomatas envolvidos nas negociações acreditam que o fracasso da Rodada Doha pode ser declarado na noite desta segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos por um fio. Agora realmente estamos em um momento crítico", afirmou o negociador de um dos sete principais lados envolvidos na negociação (Brasil, Índia, Estados Unidos, China, Austrália, Japão e a União Européia), que pediu para não ser identificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, apenas quatro envolvidos na negociação realmente aceitam o pacote apresentado na última sexta-feira pelo diretor-geral da OMC, Pascal Lamy: Brasil, União Européia, Estados Unidos e Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Diferenças&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Países cuja economia está baseada na exportação de poucos produtos agrícolas reclamam que o tipo de flexibilidade previsto no chamado mecanismo de salvaguarda especial lhes faria perder qualquer benefício que poderiam ter com a liberalização global do comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o texto atual, um país poderia subir suas tarifas em até 15% quando a média das importações de alimentos aumentarem 40%. Mas Índia, China e outros 80 países de economias vulneráveis defendem que as salvaguardas possam ser acionadas quando as importações subirem 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Paraguai e Uruguai, mesmo um gatilho de 10% já colocaria em risco o crescimento de suas exportações. Os países também defendem que o remédio de 15% seria em muitos casos mais elevado que as tarifas atuais, um argumento compartilhado pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Paraguai não pode hipotecar seu futuro aceitando um custo como este. Não é possível que paguemos o preço de uma abertura que beneficiará os países mais ricos". Rigoberto Gauto, embaixador do Paraguai na OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não exportamos minerais, não exportamos máquinas. Exportamos agricultura. Temos muito poucos produtos de exportação e nossos mercados emergentes são os países em desenvolvimento", justificou o embaixador do Uruguai na OMC, Guillermo Valles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uruguai uniu forças com Paraguai para se impor contra a facilitação da aplicação das salvaguardas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Paraguai não pode hipotecar seu futuro aceitando um custo como este. Não é possível que paguemos o preço de uma abertura que beneficiará os países mais ricos", defendeu o embaixador do Paraguai na OMC, Rigoberto Gauto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista coletiva na sede da instituição, ambos os embaixadores afirmaram que seus países não aceitarão o acordo como o que está atualmente no papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Inflexibilidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em uma reunião privada com um grupo de jornalistas, fontes diplomáticas afirmaram que as posições são radicais e nenhum lado se mostra disposto a ceder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Índia vai impedir a rodada se não buscarmos uma solução", afirmou o negociador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, o embaixador da China para a OMC, Sun Zhenyu, afirmou que seu país "já não pode fazer concessões em pontos importantes, como produtos especiais (protegidos de redução de tarifas) e mecanismo de salvaguarda, que afetam a milhões de agricultores pobres".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o negociador, na reunião desta segunda-feira do grupo dos sete principais envolvidos nas negociações, o Brasil tentou mediar o conflito propondo que os sócios da OMC busquem uma solução "neutra" que permita flexibilizar as posições de seus aliados no G20 sem ter que mudar os pontos já definidos no pacote de Lamy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se mudarmos uma coisa nesse pacote, teríamos que mudar tudo. Por isso a única solução possível seria pensar em algum tipo de compensação que beneficie por outro lado esses países que se sentem prejudicados", disse o negociador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;União Européia e Austrália apóiam a iniciativa brasileira, mas Estados Unidos se mostraram reticentes. Resta saber se os demais membros da OMC estarão dispostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;Fonte: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080728_omc_atualizarg.shtml"&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080728_omc_atualizarg.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-1662153881816877971?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/1662153881816877971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=1662153881816877971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/1662153881816877971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/1662153881816877971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/polmica-em-doha.html' title='Polêmica em Doha...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-2818798498501973620</id><published>2008-07-26T14:34:00.006-03:00</published><updated>2008-07-26T15:14:44.881-03:00</updated><title type='text'>Mais Rodada Doha...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6666;"&gt;Apesar de manifestações contrárias...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Celso Amorim afirma que negociação com países da OMC foi muito satisfatória&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Genebra, 26 jul (EFE).- O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou neste sábado que há alguns anos ninguém imaginaria que a questão da agricultura pudesse chegar aonde chegou, em referência à proposta apresentada nesta sexta para salvar as negociações da Rodada de Doha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;"Os números são aceitáveis", disse o ministro na saída de uma reunião do G20 - grupo formado por países agrícolas em desenvolvimento e que é coordenado por Brasil e Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o único país sul-americano que faz parte do restrito "clube" de sete potências comerciais que, nos últimos três dias, negociaram um acordo sobre agricultura e abertura de mercados industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal medida teria o objetivo de espalhar o resultado da discussão para um grupo mais amplo de ministros de 30 países que estão em Genebra desde o fim de semana passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo deu margem para o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, apresentar uma proposta na qual tenta convergir todos os interesses - proposta aceita pelo Brasil apesar de possuir aspectos que foram rechaçados por membros do G20, inclusive pela Argentina, sua parceria no Mercosul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntado sobre se esta situação geraria uma crise no G20, Amorim disse que o grupo continua existindo e que seguirá junto em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro garantiu que o Brasil continua sendo o porta-voz do grupo, embora tenha dito que somente nos temas com os quais concordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nas questões em que houver antagonismo devemos manter certa neutralidade", declarou.&lt;br /&gt;Afirmou também que "o G20 continua sendo importante" e avança, apesar de existirem diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após vários dias de intensas negociações de 30 ministros para tentar desbloquear a Rodada de Doha, que é discutida há sete anos, Lamy apresentou um texto que aparentemente era respaldado pela maior parte dos envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Argentina, Índia e Indonésia mostraram descontentamento com a proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro de Comércio da Índia, Kamal Nath, disse que os países continuam realizando consultas sobre o texto e lembrou que tanto seu país quanto África do Sul, Egito e Argentina têm pontos de vista diferentes dos de Lamy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-ministro de Comércio sul-africano, Rob Davies, disse à Agência Efe que seu país não está bloqueando o processo, mas que também não dará "uma folha em branco" a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Queremos que nos prometam que isto vai ter um resultado para o desenvolvimento", declarou Davies. A África do Sul tem dúvidas quanto às propostas sobre a abertura de mercados industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro de Comércio da Venezuela, Willian Antonio Contreras, disse que muitos notavam com preocupação que o texto, em grande medida, atendia mais às inquietações de alguns membros do que, efetivamente, às necessidades de desenvolvimento da maioria dos membros da OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o chanceler argentino, Jorge Taiana, expôs sua oposição à proposta: "As idéias defendidas são mais do mesmo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns países [&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;], como Itália, França, Hungria, Irlanda e Lituânia, também confirmaram hoje sua insatisfação com alguns aspectos da proposta de Lamy. Argumentaram que esta "não é equilibrada", bem como consideram que falta equilíbrio ao texto, que requer ajustes para poder ser aceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo italiano emitiu uma nota esclarecendo que o primeiro-ministro do país, Silvio Berlusconi, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, concordaram com a "absoluta necessidade" de se alcançar um acordo "positivo e equilibrado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta de Lamy inclui um corte de ajudas agrícolas que distorcem o comércio e prevê reduções de tarifas que chegarão a 70% nos produtos que são mais caros nos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o Brasil, o México expressou satisfação com o avanço obtido com o projeto e destacou que a diminuição dos subsídios agrícolas que distorcem o comércio não poderia ser imaginada até poucos anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subsecretária de Negociações Comerciais Internacionais do México, Beatriz Leycegui, disse que, embora existam divergências entre alguns países do G20 quanto à proposta de Lamy, o grupo deve se manter unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto não se sabe qual será a reação dos membros da OMC ao anúncio da UE de apresentar um novo texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandelson deixou claro que a Argentina era para estar contente com tudo o que foi conseguido até o momento, assim como deveria fazer cálculos de todas as exportações agrícolas que poderá enviar para a UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acho que (Buenos Aires) obteve tudo o que queria", declarou Mandelson, evitando assim a principal preocupação argentina, que é a recusa à diminuição das tarifas para importação de bens industriais. Preocupação esta que Buenos Aires compartilha com a Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandelson também se referiu a Nova Délhi ao afirmar que, embora a Índia não esteja contente com os textos atuais, deveria esperar a conferência sobre serviços, que acontecerá esta tarde e assinalará os setores que cada país está disposto a liberalizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Índia tem um interesse especial nesta área, já que procura o movimento além da fronteira para seus trabalhadores, sobretudo na área de informática e de telecomunicações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff9966;"&gt;Fonte: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/26072008/40/economia-celso-amorim-afirma-negocia-paises-da-omc-satisfatoria.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff9966;"&gt;http://br.noticias.yahoo.com/s/26072008/40/economia-celso-amorim-afirma-negocia-paises-da-omc-satisfatoria.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff9966;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-2818798498501973620?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/2818798498501973620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=2818798498501973620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2818798498501973620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/2818798498501973620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/mais-rodada-doha.html' title='Mais Rodada Doha...'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-8412812388840129479</id><published>2008-07-26T13:16:00.003-03:00</published><updated>2008-07-26T13:33:59.654-03:00</updated><title type='text'>Revista Política Externa</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SItOdkbDaDI/AAAAAAAAAAY/w0QvJhQDTys/s1600-h/release+pol+ext.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227358062393911346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SItOdkbDaDI/AAAAAAAAAAY/w0QvJhQDTys/s400/release+pol+ext.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como boa bibliotecária, não podia deixar de divulgar esse release que recebi do CEBRI.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trata-se de um periódico editado trimestralmente pelo Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais e Política Comparada da USP em parceria com a Editora Paz e Terra.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-8412812388840129479?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/8412812388840129479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=8412812388840129479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8412812388840129479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/8412812388840129479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/revista-poltica-externa.html' title='Revista Política Externa'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SItOdkbDaDI/AAAAAAAAAAY/w0QvJhQDTys/s72-c/release+pol+ext.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-3573171706458431116</id><published>2008-07-25T22:22:00.003-03:00</published><updated>2008-07-25T22:32:06.504-03:00</updated><title type='text'>Será que agora sai?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#6666cc;"&gt;Brasil aceita nova proposta para Rodada de Doha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Márcia Bizzoto - Enviada especial da BBC Brasil a Genebra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A nova proposta que o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, apresentou nesta sexta-feira para tentar salvar as negociações da Rodada Doha é “aceitável” para o Brasil, afirmou o chanceler Celso Amorim.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“O primeiro país a dizer que é aceitável o papel do Lamy como um pacote - e sempre que seja um pacote porque, se mudar uma vírgula, acabou - foi o Brasil”, disse o ministro nesta sexta-feira, ao deixar a sede da OMC, neste quinto dia de reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Houve uma convergência para alguns números, que são os números centrais do acordo. Isso envolve tanto produtos agrícolas como produtos industriais. Hoje demos um passo muito importante.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Amorim admitiu que não foi “um passo completo”, porque “um dos membros do G7 não está de acordo com os termos do pacote”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado G7 é composto por Brasil, Índia, Estados Unidos, China, Austrália, Japão e a União Européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chanceler não quis revelar a qual país se referia, mas diplomatas próximos às negociações comentam que a Índia tem se mostrado inflexível em relação ao chamado mecanismo especial de salvaguarda, que permite a um país voltar a aumentar as tarifas de importação sobre determinado alimento quando o volume das importações puder ameaçar sua indústria interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os termos definidos para a aplicação dessas salvaguardas ainda suscitam dúvidas entre os membros do G33, grupo de países de baixa renda importadores netos de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia artigo na íntegra: &lt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080725_dohafinalsexta.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080725_dohafinalsexta.shtml&lt;/a&gt;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-3573171706458431116?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/3573171706458431116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=3573171706458431116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3573171706458431116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/3573171706458431116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/ser-que-agora-sai.html' title='Será que agora sai?'/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2211845931151855904.post-6047962517233677654</id><published>2008-07-25T21:14:00.002-03:00</published><updated>2008-07-26T13:48:02.974-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O blog surgiu como uma possibilidade de divulgar informações importantes referentes à área principalmente entre os colegas de faculdade.&lt;br /&gt;Espero que este venha a contribuir positivamente com os colegas e outros estudantes de RI e demais interessados no assunto.&lt;br /&gt;Para isso, conto também com a contribuição e sugestão de todos.&lt;br /&gt;Aproveito este primeiro post para deixar minha mensagem de boas vindas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam todos bem-vindos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ]'s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Niña.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2211845931151855904-6047962517233677654?l=inside-ri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inside-ri.blogspot.com/feeds/6047962517233677654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2211845931151855904&amp;postID=6047962517233677654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6047962517233677654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2211845931151855904/posts/default/6047962517233677654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inside-ri.blogspot.com/2008/07/o-blog-surgiu-como-uma-possibilidade-de.html' title=''/><author><name>Niña</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02831263397556321556</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_qCrk0ioexpU/SIsjuw9pdAI/AAAAAAAAAAM/ZErufNgChVc/S220/4122143_5menina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
